"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68

R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, CEP: 31010-070 - Belo Horizonte/MG (Ônibus: 9103, 9210 - Metrô: Estação Sta. Efigênia). Contato: institutohelenagreco@gmail.com

Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.

domingo, 30 de novembro de 2014

MESA REDONDA SOBRE A DITADURA MILITAR, CEFETE-CURVELO/MG

Mesa redonda sobre a ditadura militar, CEFETE-Curvelo/MG

O VI Festival de Arte e Cultura do CEFET-Curvelo/MG aconteceu na semana de 24 a 28 de novembro de 2014. O foco do Festival foi o cinquentenário do golpe militar de 1º de abril de 1964 – a luta contra a ditadura (1964-1985). Os estudantes e professores construíram várias atividades como: a sala de torturas que continha a denúncia do aparato repressivo da ditadura e a lista dos mortos e desaparecidos políticos; a denúncia da censura e exposição sobre poesia e música de protesto; o varal de poesias de resistência; homenagem a Zuzu Angel, natural de Curvelo – foi feito um desfile com a réplica da moda de resistência desta estilista que foi assassinada pela ditadura. Houve também atividades sobre a obra do Aleijadinho – este é o ano do segundo centenário de sua morte.

O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania participou da mesa redonda do dia dia 27/11/2014, que contou com a presença de: 
- Núbia Braga, profa. da UEMG, fez uma exposição sobre a questão da política de extermínio dos povos indígenas no Brasil desde a época colonial, passando pelo período da ditadura até chegar aos dias atuais. 
- Heloísa "Bizoca" Greco, membro do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (IHG-BH/MG) e da Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça (FIMVJ/MG), fez uma exposição sobre a luta contra a ditadura militar e a luta contra a repressão nos dias atuais.
- Bruno Dutra, Prof. de História do CEFETE-Curvelo/MG, fez uma introdução sobre os temas e a mediação dos debates.
Houve participação ativa dos estudantes, professoras e professores do CEFETE.
Fotos: Raul Lima.
Texto: IHG 
29 de novembro de 2014.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

ATO PÚBLICO EM REPÚDIO AO GOLPE DE 1964 - 50 ANOS! ABAIXO A DITADURA! FIMVJ/MG


ATO PÚBLICO EM REPÚDIO AO GOLPE DE 1964 - 50 ANOS! 
ABAIXO A DITADURA!
- Tributo aos mortos e desaparecidos políticos durante a ditadura militar (1964-1985).

- Pela libertação imediata das presas e presos políticos de 2013 e 2014! Pelo fim dos processos e pelo trancamento de todas as ações penais contra manifestantes! 

- Pelo fim das torturas e das execuções! Pelo fim do genocídio dos jovens, negras e negros, indígenas e pobres!
- 10 de dezembro: Dia Internacional dos Direitos Humanos.

*MESA/PAINÉIS:
- Amelinha Teles (SP) - Presa política durante a ditadura / Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e União de Mulheres de São Paulo.
- Cristina Baroni (RJ) - Comissão dos Pais e Familiares dos Presos e Perseguidos Políticos do Rio de Janeiro.
- Débora Maria da Silva (Santos/SP) - Mães de Maio.
- Nilcea Moraleida (BH/MG) - Presa política durante a ditadura / Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça de Minas Gerais.

*DATA: quarta-feira, dia 10/12/2014, às 18h30min.

*LOCAL: SINDADOS (Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais) - Rua David Campista, 150, Bairro Floresta - BH/MG. 

*PONTOS DE REFERÊNCIA: Estação Central do Metrô na Rua Sapucaí, Avenida Francisco Sales, Avenida Assis Chateaubriand e Escola Estadual Barão Macaúbas.

Divulgação no blog da Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça/MG: http://frentemvj.blogspot.com.br/2014/11/ato-publico-em-repudio-ao-golpe-de-1964.html

Evento em rede social: 

Na luta desde outubro de 2012

sábado, 22 de novembro de 2014

MÃES DE MAIO NA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA NO CALS/UFMG


Mães de Maio no CALS/UFMG

Na Semana da Consciência Negra na UFMG, dia 21/11/2014, no CALS (Centro Acadêmico de Antropologia da UFMG), foi realizado o evento Cine & Debate - Curta: Apelo. Após a exibição do curta houve roda de conversa com a participação de Débora Silva, do movimento Mães de Maio/SP, e com a realizadora do curta, Clara Ianni.

O curta Apelo foi filmado no histórico cemitério Dom Bosco, em Perus, na periferia da região oeste da cidade de São Paulo. No dia 4 de novembro de 1990 foi aberta uma vala clandestina que escancara o terror de Estado da ditadura militar. Esta vala clandestina – conhecida como Vala de Perus - data dos anos 1970. Nela foram jogadas vítimas da violência policial, política e institucional: pessoas tratadas como indigentes, pessoas em situação de rua, jovens negros; vítimas dos grupos de extermínio, como alguns presos tirados do presídio Tiradentes ou pessoas que foram arrancadas de suas casas para serem assassinados; crianças vítimas da desnutrição infantil e de doenças; e presos políticos ‘desaparecidos’ assassinados pela ditadura militar.

Hoje, o Cemitério de Perus serve aos mesmos fins, o que demonstra a continuidade da prática de extermínio e do terror de Estado - é esta a denúncia do curta.

São os seguintes os dizeres do monumento em homenagem às vítimas da ditadura e às pessoas enterradas no Cemitério de Perus, iniciativa da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos:

“Aqui, os ditadores tentaram esconder os desaparecidos políticos, as vítimas da fome, as vítimas da violência do Estado policial e dos esquadrões da morte e, sobretudo, os direitos dos cidadãos pobres da cidade de São Paulo. Fica registrado que os crimes contra a liberdade serão sempre descobertos.” 


22/11/2014 - BH/MG
Foto/Texto/Arquivo: IHG

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

CRESS-MG ENTREVISTA MEMBRO DO IHG NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA - 20/11/2014

Para os negros, a ditadura ainda não acabou

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

ENCONTRO ANUAL DE ESTUDOS DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA - 2ª EDIÇÃO (2014) - sábado, dia 20/12/2014, às 16h


ENCONTRO ANUAL DE ESTUDOS DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA
2ª edição (2014)

Sábado, dia 20/12/2014, às 16H
Local: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (IHG)
- Rua Hermilo Alves, 290, Bairro Santa Tereza – BH/MG

Leitura do texto para debate:
ARANTES, Paulo Eduardo. 1964, o ano que não terminou.In: TELES, Edson e SAFATTLE, Vladimir (orgs.).  O que resta da ditadura. São Paulo: Boitempo, 2010, p. 205 - 236.

*Solicitamos a todas e todos que venham com o texto lido em mãos.

- Texto para download: 
http://www.4shared.com/office/IpN42Hnqce/ARANTES_Paulo_Eduardo_1964_o_a.html

- Texto para leitura online:
http://issuu.com/institutohelenagreco/docs/arantes__paulo_eduardo._1964__o_ano

Evento em rede social:
https://www.facebook.com/events/894146840597804/?source=1

*Serão emitidos certificados para participantes.

Dezembro: mês dos Direitos Humanos

REUNIÃO DA FRENTE INDEPENDENTE PELA MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA/MG: dia 13/11/2014

REUNIÃO DA FRENTE INDEPENDENTE 

PELA MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA/MG


Quinta-feira, 13/11/2014, às 18h30min.
Local: IHG - Rua Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, BH/MG

Pauta: atividade do dia 10 de dezembro 
- Dia Internacional dos Direitos Humanos - e outros encaminhamentos

Evento em rede social: 

Divulgação no blog da FIMVJ/MG:

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

COMPANHEIRO CLEOMAR: PRESENTE!

 NOTA DE REPÚDIO  AO ASSASSINATO DE CLEOMAR RODRIGUES 
 DE ALMEIDA, EXECUTADO  PELO LATIFÚNDIO E22/OUT/2014 
         Nós, do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (IHG-BH/MG), manifestamos o mais veemente repúdio ao assassinato do companheiro Cleomar Rodrigues de Almeida, coordenador político da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia.
            Cleomar foi barbaramente executado no dia 22/10/2014, em Pedra de Maria da Cruz-MG, tocaiado por pistoleiros a soldo dos latifundiários da região. Denunciamos a participação direta do proprietário das Fazendas Pedras de São João, Antônio Aureliano Ribeiro de Oliveira – mandante do crime – e de seu capataz, Marquinhos – executor do crime.  Denunciamos ainda a cumplicidade de seus vizinhos: Rodolfo e Iran de Moura.  
Há muito o companheiro Cleomar vinha sendo ameaçado por causa da sua combatividade na luta contra o latifúndio e na luta por terra para quem nela vive e trabalha. O massacre de trabalhadoras e trabalhadores sem terra tem sido prática sistemática do latifúndio/agronegócio, que conta com a tolerância e cooperação dos governos estadual e federal. Responsabilizamos igualmente estes governos e o Estado brasileiro por esta situação de barbárie que se abate sobre nossos companheiros e nossas companheiras que lutam contra o latifúndio.
Prestamos solidariedade irrestrita aos familiares, às companheiras e companheiros de luta de Cleomar Rodrigues de Almeida – estamos juntos nesta luta!  Exigimos justiça e terra para quem nela vive e trabalha.
ABAIXO AS PERSEGUIÇÕES E ASSASSINATOS 
COMETIDOS PELO LATIFÚNDIO!
PELO FIM DO LATIFÚNDIO! ABAIXO A REPRESSÃO!
VIVA A LUTA DAS TRABALHADORAS E TRABALHADORES 
SEM TERRA!
 COMPANHEIRO CLEOMAR RODRIGUES DE ALMEIDA: 
 PRESENTE! PRESENTE, HOJE E SEMPRE! 
Belo Horizonte, 05 de novembro de 2014
INSTITUTO HELENA GRECO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA (IHG-BH/MG) 
institutohelenagreco.blogspot.com.br


*Ato de repúdio ao assassinato do dirigente da LCP 
e por exigência de justiça!
Companheiro Cleomar:Presente na luta!
Dia 06/11/2014, às 18h30
Local: auditório do Sindicato dos Empregados no Comércio de BH
Rua Tupinambás, 1.045, Centro - BH/MG

*No dia 24/11/2014, uma manifestação 
em Pedras de Maria da Cruz/MG.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

REALIZADO O ENCONTRO INTERNACIONAL - ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES, 150 ANOS DEPOIS.

Imagem: Detalhe de banner com programção na FACE/UFMG. 
Foto/Arquivo: IHG
Encontro Internacional - AIT, 150 anos depois - FACE/UFMG 

Realizado, no dia 03 de novembro de 2014, na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, o ENCONTRO INTERNACIONAL - ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES, 150 ANOS DEPOIS.

Além deste encontro em Belo Horizonte, houve vários em todo Brasil (de 29/outubro a 03/novembro de 2014).Em BH, na FACE/UFMG, houve as seguintes mesas:

*Mesa: de 14h às 16h
AIT 150 ANOS DEPOIS: HISTÓRIA E DESAFIOS DA ORGANIZAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA
*Palestrante:
João Antônio de Paula - UFMG
*Coordenador:
Felipe Raslan - CEFET/MG


Imagem: mesa - AIT 150 anos depois: história e desafios da classe trabalhadora. 
Foto: Patricia Abreu
*Mesa: de 16h30 às 18h30
MOVIMENTOS SOCIAIS, CLASSE TRABALHADORA E A EMANCIPAÇÃO HUMANA
*Coordenadora e palestrante:
Maria Dirlene Marques - Movimento Rede Feminista
*Palestrantes:
Rubens Aredes - Movimento Estudantil: Sem Catraca UFMG
Heloísa Greco(Bizoca) - Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (IHG)
Frei Gilvander - Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Antônio Arapiraca - SindCefet-MG/Andes-SN


Imagem: mesa - movimentos sociais, classe trabalhadora e a emancipação humana. Foto/Arquivo: IHG
*Mesa: 19h30
OS DESAFIOS DA CLASSE TRABALHADORA NO SÉCULO XXI
Palestrante:
José Henrique de Faria - UFP
Coordenadora:
Deise Luisa da Silva Ferraz - UFMG


Imagem: mesa - os desafios da classe trabalhadora no século XXI. Foto: Patricia Abreu

Programação em todo Brasil:
http://ait150anos.wix.com/ait150anos
- Evento(nacional) em rede social:
https://www.facebook.com/events/547831078675720/
Evento(BH) em rede social:
https://www.facebook.com/events/1563415967224539/?
notif_t=plan_user_invited
Fotos da 2ª mesa em rede social:

VIVA A ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES!!!
Belo Horizonte, 04/11/2014, IHG


L'Internationale (Paroles de Eugène Pttier - Musique de Pierre Degeyter)

Debout! les damnés de la terre
Debout! les forçats de la faim
La raison tonne en son cratère,
C'est l'éruption de la fin.
Du passé faisons table rase
Foule esclave, debout! debout!
Le monde va changer de base
Nous ne sommes rien, soyons tout!

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.

Il n'est pas de sauveurs suprêmes:
Ni dieu, ni césar, ni tribun,
Producteurs, sauvons-nous nous-mêmes!
Décrétons le salut commun!
Pour que le voleur rende gorge,
Pour tirer l'esprit du cachot
Soufflons nous-mêmes notre forge,
Battons le fer quand il est chaud!

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.

L'etat opprime et la loi triche,
L'impôt saigne le malheureux,
Nul devoir ne s'impose au riche,
Le droit du pauvre est un mot creux.
C'est assez languir en tutelle,
L'égalité veut d'autres lois;
«Pas de droits sans devoirs», dit-elle,
«Egaux, pas de devoirs sans droits!»

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.

Hideux dans leur apothéose,
Les rois de la mine et du rail
Ont-ils jamais fait autre chose
Que dévaliser le travail?
Dans les coffres-forts de la bande
Ce qu'il a créé s'est fondu.
En décrétant qu'on le lui rende
Le peuple ne veut que son dû.

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.

Les rois nous saoulaient de fumées.
Paix entre nous, guerre aux tyrans!
Appliquons la grève aux armées,
Crosse en l'air et rompons les rangs!
S'ils s'obstinent, ces cannibales,
A faire de nous des héros,
Ils sauront bientôt que nos balles
Sont pour nos propres généraux.

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.

Ouvriers, paysans, nous sommes
Le grand parti des travailleurs;
La terre n'appartient qu'aux hommes,
L'oisif ira loger ailleurs.
Combien de nos chairs se repaissent!
Mais si les corbeaux, les vautours,
Un de ces matins disparaissent,
Le soleil brillera toujours!

Refrain
C'est la lutte finale
Groupons-nous et demain
L'Internationale
Sera le genre humain.