quarta-feira, 27 de maio de 2026

AGB E LUTAS: A QUESTÃO PALESTINA

Lançamento da revista AGB e Lutas: a Questão Palestina

Data: 28 de maio, 19h

Local: Auditório do IGC/UFMG, campus Pampulha

Endereço: rua Reitor Pires Albuquerque, 270

Convidamos a comunidade acadêmica a participar de atividade sobre o processo que resulta no genocídio do povo Palestino. Entendendo que este debate não deve ficar restrito a alguns pensadores, movimentos sociais e governantes, a Associação de Geógrafas/os Brasileiras/os - Seção BH publica o 2º volume de sua revista AGB e Lutas, tratando do tema.

O que nós, do outro lado do mundo, pensamos, temos a dizer e fazer com relação ao horror contemporâneo nesta sua manifestação genocida, por ora, localizada? Para ampliarmos este debate, propomos uma atividade com convidados dedicados à questão palestina: Dirlene Marques (Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino), Bizoca (Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania), Célio Horta e Thiago Brito (professores do IGC) e Rana Vieira (AGB-BH).

A atividade faz parte da XXI Semana do Geógrafa da AGB-BH e V Semana da Geografia do IGC.

A versão física da revista estará disponível no local  da atividade. A versão digital também pode ser acessada no link da bio.

https://www.instagram.com/agb.slbh/

sexta-feira, 1 de maio de 2026

1º DE MAIO DE 2026: DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA

Hoje não é dia de festa! Há 140 anos, em Chicago/EUA, trabalhadores faziam greve geral por melhores condições de trabalho e pela redução da jornada diária. Foram presos, feridos, mortos e executados.

Resgatamos esta história combativa da origem do 1º de maio ao lutar contra  a escorchante jornada 6X1. O ultraliberalismo exacerba a lógica fascista do capitalismo. Exploração e opressão são agravadas pelas políticas de austeridade, o arcabouço fiscal e as reformas trabalhista e previdenciária. Consolidam-se a precarização do trabalho e as privatizações sistêmicas. Pratica-se o desmonte continuado de políticas públicas de moradia, saúde, educação e transportes. O prefeito de BH, Álvaro Damião (União Brasil), e o governador de MG, Mateus Simões (PSD), seguem à risca esta cartilha necroliberal.

Totalitarismo de mercado e terrorismo de Estado se retroalimentam. O Brasil continua campeão mundial em desigualdade social e concentração de renda. Tem a polícia que mais letal do planeta. O genocídio do Povo Negro e dos Povos Indígenas é institucional. É o país que tem mais denúncias de trabalho escravizado. O ex-governador Romeu Zema (Novo) foi denunciado ao Ministério Público do Trabalho por exploração análoga à escravidão na sua empresa (Grupo Zema). Cresce a violência do latifúndio contra os trabalhadores em luta pela terra. As mulheres trabalhadoras negras sofrem opressão brutal de gênero, raça e classe.

Nossa luta anticapitalista, portanto, é estrutural, permanente e internacionalista. Compreende a negação resoluta de todas as formas de exploração e opressão. Traz na sua essência o resgate das conquistas, da trajetória e da memória das lutas da classe trabalhadora, as quais os patrões querem destruir.

VIVA A LUTA INDEPENDENTE COM RELAÇÃO À CONCILIAÇÃO DE CLASSES, AOS GOVERNOS, AO ESTADO, ÀS BUROCRACIAS E À INSTITUCIONALIDADE!

FIM DA ESCALA 6X1!

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG