"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68

RUA HERMILO ALVES, 290, SANTA TEREZA, CEP:31010070 - BH/MG - Ônibus : 9103, 9210, sc01; Metrô: Estação Sta. Efigênia.
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REUNIÕES ABERTAS AOS SÁBADOS, ÀS 16H - MILITÂNCIA DESDE 2003 - ESPAÇO AUTOGESTIONÁRIO DESDE 2005.

sábado, 23 de julho de 2016

MANIFESTO DE APOIO E SOLIDARIEDADE À GREVE DA UEMG E UNIMONTES E CARTA ABERTA COMANDO DE GREVE UEMG

MANIFESTO DE APOIO E SOLIDARIEDADE À GREVE DOS DOCENTES E À LUTA DOS ESTUDANTES, ANALISTAS E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA UEMG E UNIMONTES!
POR UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE!
CONTRA O PLP 257 E A PEC 241!
A GREVE nas universidades estaduais mineiras, Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) completou OITENTA DIAS. As universidades estaduais mineiras passam por uma crise devido ao descaso dos sucessivos governos estaduais em relação ao ensino superior público no Estado de Minas Gerais. O Governador Fernando Pimentel não atendeu as pautas de reivindicações apresentadas pelo movimento. As negociações com o governo atual iniciadas em 2015, não avançaram.
Destacamos a pauta de reivindicações dos docentes da UEMG e da UNIMONTES:
1. Reajuste imediato dos vencimentos, para reparar as perdas ocorridas desde 2011;
2. Implementação de políticas efetivas de assistência estudantil;
3. Realização de concursos públicos em fluxo contínuo, de acordo com as demandas dos departamentos e organizados pela própria universidade, garantindo ainda a manutenção da vaga na instituição de origem;
4. Reparação de danos materiais e morais aos professores atingidos pela Lei 100;
5. Incorporação das gratificações ao vencimento básico;
6. Dotação orçamentária baseada na Receita Corrente Líquida do Estado, garantindo autonomia universitária;
7. Implementação das Estatuintes nas Universidades Estaduais;
8. Revisão da Lei 15.463, que regulamenta a carreira: Dedicação Exclusiva (DE) como carreira preferencial docente.
Também lutamos contra o PLP 257/2016. O PLP 257/2016 faz parte do pacote de ajuste fiscal iniciado pelo governo de Dilma Rousseff, ainda no final de 2014. Agora o Governo Ilegítimo de Michel Temer quer aplicá-lo através da PEC 241. Estas medidas buscam manter o pagamento de juros e amortizações da dívida ao sistema financeiro e aumentar a arrecadação da União. Atingem diretamente o serviço público e programas sociais. Além de estabelecer um novo limite para o crescimento do gasto público, o PLP 257/16 cria um Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal com propostas de “alívio financeiro”, com o alongamento do contrato da dívida com o Tesouro Nacional por 20 anos e a consequente diluição das parcelas, a possibilidade de refinanciamento das dívidas com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e o desconto de 40% nas prestações da dívida pelo prazo de dois anos. Em troca, os Estados são obrigados a aderir ao programa oferecido pela União, de curto e médio prazo, para reduzir o gasto com pessoal, que prevê, entre outras medidas, a proibição de reajustes, exceto os já previstos em lei, a redução do gasto com cargos comissionados em 10% e a instituição de regime de previdência complementar de contribuição definida. Ainda serão impedidas aberturas de novos concursos e nomeações.
As entidades e organizações que subscrevem este documento manifestam seu apoio e solidariedade a pauta de reivindicação dos estudantes, técnicos administrativos, analistas e docentes das universidades estaduais mineiras (UEMG e UNIMONTES). Cobramos do Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Pimentel, dos seus secretários e dos reitores da UEMG e da UNIMONTES, o atendimento às justas reivindicações apresentadas pelos técnicos administrativos e analistas e pelas entidades representativas dos estudantes e docentes da UEMG e UNIMONTES. Juntos, lutamos contra o PLP 257/2016 e a PEC 241/2016.
Belo Horizonte, 22 de julho de 2016.
Assinam:
Associação dos Docentes da UEMG (ADUEMG)
Associação dos Docentes da Unimontes (ADUNIMONTES)
Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) - Regional Leste
Associação dos Empregados Públicos Estaduais da MGS (ASSEPEMGS)
Coletivo Ana Montenegro
Coletivo Minervino de Oliveira
Corrente Sindical Unidade Classista
Central Sindical e Popular (CSP) - Conlutas MG
Diretório Acadêmico da FILOSOFIA PUC-BH
Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UEMG
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (BH/MG)
Intersindical – Central Sindical
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB)
Movimento Luta de Classes (MLC)
Sind Rede BH
Sindicados dos/das Trabalhadores/as INDICATO DOS/AS TRABALHADORES/AS RURAIS DE IBIRITÉ
Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (SINDIELETRO)
Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social, Saúde, Previdência Trabalho e Assistência Social em Minas Gerias (SINTSPREV-MG)
Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SINDUTE - MG)
Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SINDUTE - Ibirité)
Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos e Similares do Estado de Minas Gerais (SINTECT)
União da Juventude Comunista (UJC)
União da Juventude Rebelião (UJR)
Manifesto/Texto/Fonte:
Imagem: Grande Ato Público 70 dias de greve contra o PLP 257 e a PEC 241 UEMG e UNIMONTES, no dia 13/07/2016, em BH/MG. 

CARTA ABERTA COMANDO DE GREVE UEMG
Nós, professoras e professores da Universidade do Estado de Minas Gerais, escrevemos ao povo mineiro e brasileiro em busca de apoio.
Reconhecemos alguns avanços que nosso país alcançou nos últimos anos no que tange ao acesso ao ensino superior. Hoje temos Universidades mais plurais que recebem a diversidade do povo brasileiro. Todavia, a luta ganha novos contornos devido ao contexto de conservadorismo e do grave e criminoso recuo nos investimentos em políticas sociais do governo interino de Michel Temer.
Em Minas Gerais, além das Universidades públicas federais, temos duas universidades estaduais: Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Juntas elas atendem a cerca de 33 mil estudantes , além de desenvolver projetos de pesquisa e extensão universitária importantes para as comunidades de seus entornos. Lembramos que no caso da UEMG temos 18 unidades espalhadas no Estado, fato este que deveria ser garantia de investimentos no desenvolvimento social e econômico local e regional.
No entanto, o governo de Fernando Damata Pimentel do Partido dos Trabalhadores (PT) eleito depois de 12 anos de governo devastador do PSBD, não adota postura política diversa de seus nefastos antecessores. Sua campanha baseou-se em discursos que supostamente romperiam com a política do "choque de gestão" dos tucanos, usando as hastags choque de carinho e ouvir para governar. Mas trata-se mais uma mentira eleitoral.
Depois de OITENTA (80) dias de greve, professorxs da Unimontes e da UEMG receberam como resposta a judicialização de sua luta e não a escuta e acolhimento de nossas demandas, tão legítimas. É o PT criminalizando as e os trabalhadorxs do ensino superior de Minas Gerais.
O governador que dizia que "nunca abandonou Minas, que conhece o Estado e sabe do que a população precisa" não conhece e reconhece as Universidades do Estado. Não há uma política de ensino superior em Minas Gerais. Ele sobrevive graças a luta dxs trabalhadorxs que, a despeito de todo descaso do governo, estão cotidianamente ministrando aulas de qualidade, produzindo pesquisas - em muitos casos com uso de recursos financeiros próprios - e dialogando com a sociedade com projetos de extensão universitária.
Desta forma, estamos em luta, apesar de toda desesperança. A UEMG vive um momento importante de sua história, em que professorxs e estudantes se mobilizam para a garantia de uma universidade de qualidade, democrática e socialmente referenciada. Desde 1989, os sucessivos governos nunca estabeleceram uma política séria para o ensino superior, mantendo a UEMG em uma situação de crescente precarização. Essa situação se agrava a partir de 2013, com a incorporação das fundações associadas, uma vez que o atual governo mantém uma postura de negação diante das demandas históricas das universidades estaduais. Frente a esse quadro, docentes e estudante da UEMG e UNIMONTES continuam em greve e sempre na luta pela universidade que queremos.
1. Reajuste imediato dos vencimentos, para reparar as perdas ocorridas desde 2011 que estão na ordem de 44%;
2. Realização de concursos públicos em fluxo contínuo, de acordo com as demandas dos departamentos e organizados pela própria universidade, garantindo ainda a manutenção da vaga na instituição de origem;
3. Incorporação das gratificações ao vencimento básico;
4. Dotação orçamentária baseada na Receita Corrente Líquida do Estado, garantindo a autonomia universitária;
5. Implementação de Estatuintes nas Universidades Estaduais;
6. Revisão da Lei 15.463/2005, que regulamenta a carreira;
Por fim, discordamos fortemente da tentativa de consenso do governo do PT com a burguesia em nosso país. Onde está o capital não há espaço para avanços significativos nos direitos sociais. As concessões permitidas pelas oligarquias são imediatamente retiradas, como podemos observar hoje: a perda na qualidade da Educação com legalização das OS nas escolas e Universidades públicas, o genocídio indígena comandado pelo agronegócio, o ecocídio que compromete nosso futuro, a grande traição ao povo brasileiro na entrega do pré-sal ao capital estrangeiro, e muito recentemente, a criminalização dos movimentos sociais com o referendo da presidente Dilma a lei anti terrorismo.
Nós, professores e professoras, lutaremos por uma Universidade Pública, Gratuita, Laica, Democrática e Socialmente referenciada. Não apoiaremos golpes de nenhuma natureza, nem tão pouco retiradas de direitos sociais conquistados pela luta das trabalhadores e trabalhadoras no Brasil.

terça-feira, 19 de julho de 2016

★EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO NOS 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA!


Foto: Sávio Leite.

★ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO NOS 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA!

         Realizado, na segunda-feira, dia 18 de julho de 2016, no Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, o cinema debate 80 anos da Guerra Civil espanhola. Houve a exibição do documentário Indomables, una historia de Mujeres Libres. O documentário foi produzido por Zer Ikusi A CGT, com a direção de Juan Felipe. 

        O documentário fala do lançamento do 1º número da revista Mujeres Libres, em maio de 1936, da formação de agrupamentos Mujeres Libres em toda Espanha, da fundação da Federación Nacional de Mujeres Libres, em agosto de 1937 e da participação das mulheres na revolução espanhola.

        Após a exibição do documentário houve uma roda de conversa que foram debatidos os seguintes temas:

- 80 anos da Revolução Espanhola e a guerra civil (1936 – 1939).

- Violação dos direitos humanos praticados pela extrema direita espanhola, italiana e alemã (Franco, franquistas, fundamentalismo católico, fascistas e nazistas) durante a guerra civil e após o massacre de 1939 que pôs o fim à guerra.

- A questão da história, memória, verdade e justiça: houve 36 anos de ditadura franquista/fascista na Espanha (1939 – 1975). Em conta conservadora, estima-se que pelo menos 500 mil pessoas foram mortas pelo franquismo, há mais de 200 mil desaparecidos. 

- O Pacto de Moncloa (1977) – que selou a transição espanhola – traz na sua essência a moderação, a conciliação e certo continuísmo. O rei Juan Carlos foi ungido pelo próprio Franco. Somente no tardio ano de 2006, a Corte Espanhola e o Parlamento europeu condenaram o regime franquista como violador dos direitos humanos. 

- A luta feminista na época da revolução espanhola e na atualidade.

- Auto-emancipação: a perspectiva de classe e de gênero.

- A luta anticapitalista e a militância de forma autogestionária, autônoma e independente com relação ao Estado, aos governos, às empresas, aos editais, aos gabinetes, ao parlamento e à burocracia. Exemplos que foram realizados na Revolução espanhola.

- A democracia direta versus democracia representativa.

        Estiveram presentes militantes dos movimentos sociais, estudantes, trabalhadorxs, feministas, punks e membros de organizações políticas. Agradecemos a presença de todas e todos.

        O documentário Indomables, una historia de Mujeres Libres foi também exibido pelo Círculo de Estudos Libertários de Uberaba, com o apoio da Biblioteca Terra Livre e Editorial Eleuterio, no dia 15/07/2016, no Centro Educacional da UFTM - Uberaba/MG. No dia 31/07/2016 haverá também a sua exibição pela Biblioteca Terra Livre – Cineclube Terra Livre no ciclo 80 anos da Revolução espanhola - na Vila Romana/São Paulo.

O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania agradece a tradução do documentário para a língua portuguesa, produzida pela Biblioteca Terra Livre. Com esta tradução, foi possível a exibição pública em Belo Horizonte. 

Agradecemos, sobretudo, ao camarada Juan Felipe, diretor do documentário, pelo importante trabalho de resgate da história e pela divulgação da nossa atividade de militância. Agradecemos também a Mujeres Libres de CGT en la Comunidad Valenciana que, desde 1936 – 80 años de feminismo libertário - , se mantém firme na luta pela auto-emancipação e que também divulgou nossa atividade de militância nas redes sociais.

Belo Horizonte, 19 de julho de 2016
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania


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★ 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA!


★ 80 ANOS DA GUERRA CIVIL ESPANHOLA


terça-feira, 12 de julho de 2016

★ 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA!


80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA!

A Guerra Civil Espanhola teve início no dia 18 de julho de 1936 com a tentativa frustrada de golpe militar nacionalista/monarquista contra o governo republicano da Frente Popular.  Através da ação armada de milícias formadas por socialistas, comunistas e anarquistas, a esquerda enfrentou a reação fascista.  A Guerra Civil Espanhola se estendeu por três anos (1936-1939).
A Revolução Espanhola, que teve seu curso durante Guerra Civil Espanhola (1936-1939), foi certamente uma das mais significativas manifestações de luta emancipatória na história da humanidade. Ao dar combate ao militarismo fascista e golpista da Falange Espanhola Tradicionalista de Franco e Primo de Rivera, anarquistas e extrema esquerda organizaram práticas que levaram às máximas consequências experiências vivenciadas de comunismo libertário.  Comunidades e cidades inteiras – sobretudo na Catalunha e em Aragão – socializaram terras, indústrias e a produção; aboliram a propriedade privada e o regime de salariado; implementaram a autogestão de trabalhadores a partir dos conselhos operários;  construíram a democracia direta em todos os níveis; aboliram a polícia e o exército; combateram o criminoso fundamentalismo católico, um dos principais aliados da Falange; aprofundaram o internacionalismo proletário; radicalizaram a luta contra o patriarcado e efetivaram a emancipação feminina.
        Em 1939, a Revolução Espanhola foi massacrada militarmente pelas forças de Franco em parceria com Mussolini e Hitler. Seguiram-se 36 anos de ditadura fascista sangrenta (1939-1975).  Em conta conservadora, estima-se que pelo menos 500 mil pessoas foram mortas pelo franquismo, há mais de 200 mil desaparecidos – o poeta Garcia Lorca é um deles. Somente no tardio ano de 2006, a Corte Espanhola e o Parlamento europeu condenaram o regime franquista como violador dos direitos humanos. Não percamos de vista que o rei Juan Carlos foi ungido pelo próprio Franco.  O Pacto de Moncloa (1977) – que selou a transição espanhola – traz na sua essência a moderação, a conciliação e certo continuísmo.
Continua, portando, na Espanha como no Brasil, a luta pelos direitos humanos e pelo direito à história, à memória, à verdade e à justiça.  Na Espanha, esta luta tem sido travada pelas vítimas do franquismo, seus familiares e pelos movimentos sociais.
 Acreditamos que, tanto lá como aqui, o processo só avançará se mantiver a combatividade, a autonomia e a independência em relação aos governos, ao Estado, ao capitalismo e à institucionalidade – como foi a prática das revolucionárias e revolucionários na Espanha. Toda nossa solidariedade às vítimas da ditadura de Franco!
Franquismo e nazi/fascismo: ¡NO PASARÁN!
VIVA A REVOLUÇÃO ESPANHOLA!
Belo Horizonte, 12 de julho de 2016
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

80 ANOS DA GUERRA CIVIL ESPANHOLA (1936 - 1939)
Exibição do documentário: Indomables, una historia de Mujeres Libres 
Segunda-feira, dia 18/07/2016, às 18h30min.


segunda-feira, 4 de julho de 2016

80 ANOS DA GUERRA CIVIL ESPANHOLA


80 ANOS DA GUERRA CIVIL ESPANHOLA (1936 - 1939)

Segunda-feira, dia 18/07/2016, às 18h30min.
Local: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania 
- Rua Hermilo Alves, nº 290, Bairro Santa Tereza - Belo Horizonte/MG.

Exibição do documentário:

- Indomables, una historia de Mujeres Libres 
(Indomáveis, uma história de Mulheres Livres).
Documentário produzido por Zer Ikusi A e CGT-LKN Euskadi. 
Direção: Juan Felipe (63 min. - 2012 - Espanha).

Sinopse:

Em meados de maio de 1936 aparecia o primeiro número da revista Mujeres Libres. Um ano depois, em agosto de 1937, se celebrava em Valencia o primeiro congresso estatal da Federação nacional de Mulheres Livres, uma organização feminista de corte anarquista que tinha por objetivo que as mulheres se liberassem por elas mesmas da cruel servidão da ignorância.

Esquecidas até por seus próprios companheiros Mujeres Libres chegou a contar com mais de 20.000 afiliadas. O turbilhão da guerra não lhes permitiu desenvolver seu programa "em paz", mas nada nem ninguém pode impedir que germinasse a semente que carregavam em suas entranhas.

O objetivo deste trabalho é, além de resgatar do esquecimento estas mulheres, denunciar (ainda que não goste do termo) a invisibilização a que são submetidas, não só a Mujeres Libres como também outras mulheres e grupos de mulheres que por coerência levam até o final sua dissidência e se mantêm à margem de estruturas pré-estabelecidas.

- Sinopse em português/Fonte:
- Legendas em português produzidas pela Biblioteca Terra Livre: 
- Sinopse em espanhol:
- Evento em rede social:

*Após a exibição do documentário haverá uma roda de conversa.

Organização:
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.

domingo, 3 de julho de 2016

ABAIXO-ASSINADO CONTRA O MASSACRE DO POVO INDÍGENA

Ato de repúdio aos ataques ao povo Guarani Kaiowá,
realizado no dia 29/06/2016, em Belo Horizonte/MG.



CONTRA O MASSACRE DO POVO INDÍGENA 
DO MATO GROSO DO SUL (BRASIL)

Diante do...
1.       (...) brutal e covarde ataque de latifundiários e pistoleiros acobertados pelo Estado brasileiro que, no último dia 14 de junho, assassinou o agente de saúde indígena Guarani Kaiowá Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza de 23 anos, e levou ao hospital seis indígenas atingidos por armas de fogo, inclusive uma criança de 12 anos; 
2.       (...) continuado genocídio dos povos indígenas, uma questão que começou no século 16 no país e que, ainda no século 21, está longe de ser resolvida; 
3.       (...) do monopólio da imprensa, com a Rede Globo à frente, que tenta subtrair à nação o conhecimento e o verdadeiro significado deste ataque, noticiando pouquíssimas vezes este grave acontecimento. E mesmo nesta ínfima “cobertura” jornalística, os indígenas foram e são tratados como “invasores” de terras de “fazendeiros”, e o ataque levado a cabo por pistoleiros (jagunços) e empresas de segurança privada a serviço de latifundiários foi divulgado como um conflito entre dois lados, dando a entender que os indígenas e latifundiários se enfrentaram e que os indígenas “levaram a pior”. 
4.       (...) tratamento dado à questão indígena por consecutivos governos como uma questão localizada e não parte da luta do povo brasileiro pela democracia e contra os exploradores e saqueadores da nação; 
5.       (...) fato de os indígenas terem sido violentados e atacados em seu legítimo território, cujos “invasores” foram e são os latifundiários e da cumplicidade do Estado brasileiro que põe suas forças de seguranças para proteger os interesses do agronegócio na região; 
6.       (...) constatação histórica de que a luta dos indígenas, assim como a luta dos camponeses pela terra e a luta dos remanescentes de quilombolas por seus territórios e suas tradições, enfrenta uma sanguinária repressão do Estado brasileiro, que tem na exportação de minérios, petróleo, soja, gado e quetais, a espinha dorsal deste modelo econômico falido, que espalha a miséria, a fome e o desemprego por todos os lares brasileiros [Só em 2015 ocorreram 1.217 conflitos no campo, mais que 3 conflitos por dia; nos quais mais de 50 camponeses, indígenas e quilombolas foram assassinados]; 
7.       (...) ataque representado pelo Projeto de Emenda Constitucional (PEC/215) de autoria do deputado federal Almir Moraes de Sá (PR-RR) em trâmite no Congresso Nacional, que passa aos deputados a responsabilidade unilateral de decidir sobre a demarcação de terras indígenas, retirando dos índios o direito originário sobre os seus próprios territórios; 
8.       Por tudo isso, e muito mais, o ataque contra os Guaranis Kaiowás no Mato Grosso do Sul é um ataque contra todo o povo brasileiro. 
Uma vez assim, conclamamos a participação de movimentos sociais, sindicatos e entidades a colocar em pauta a discussão sobre a luta dos povos indígena e quilombola e do massacre sofrido continuamente pelos mesmos. Nós abaixo assinado nos solidarizamos com a luta destes povos, independentemente da acirrada campanha dos meios de comunicação contra suas causas, e nos colocamos à disposição para a luta legítima dos Terenas, que junto com os Guaranis Kaiowás e outras etnias, resistem e lutam por seus territórios no Mato Grosso do Sul, certamente a região mais conflagrada, na atualidade, pela questão indígena do Brasil. 
Luta Popular e Sindical (LPS) - Liga Operária – Associação Brasileira dos Advogados do Povo (Abrapo) – Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – Liga dos Camponeses Pobres (LCP) – FETAEMG – SINTECT/MG – STICBH-MARRETA – SINDADOS/MG – SINTRACC – SINDBOR-MG – MEPR – MFP – SINDICATO DOS SECURITÁRIOS DE MINAS GERAIS – Aldeia Umuarama – Comitê Mineiro de Apoio as Causas Indígenas – Unidade Vermelha  -  Movimento Mundo do Trabalho Contra a Precarização.
- ACESSEM O ABAIXO-ASSINADO CONTRA O MASSACRE DO POVO INDÍGENA DO MATO GROSSO DO SUL (BRASIL):
- Informações/Fonte:

quinta-feira, 30 de junho de 2016

NOTÍCIA SOBRE O ATO DE REPÚDIO AOS ATAQUES CONTRA O POVO GUARANI KAIOWÁ


NOTÍCIA SOBRE O ATO DE REPÚDIO AOS ATAQUES CONTRA O POVO GUARANI KAIOWÁ
“BASTA DO GENOCÍDIO DOS POVOS INDÍGENAS!”
         Foi realizado, no dia 29/06/2016, às 18:30, na PUC – BH/MG,  o Ato de repúdio aos ataques contra o povo Guarani Kaiowá.  O ato foi convocado pelas seguintes entidades: Luta Popular e Sindical (LPS), Liga Operária, Associação Brasileira de Advogados do Povo (ABRAPO), Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, Liga dos Camponeses Pobres (LCP), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (FETAEMG), Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos e Similares do Estado de Minas Gerais (SINTECT/MG), Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e região/MARRETA, Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (SINDADOS/MG), Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Varejista e Atacadista de Contagem (SINTRACC), SINDBOR/MG, Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), Movimento Feminino Popular (MFP), Movimento Mundo do Trabalho contra a Precarização, Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas e Aldeia Umuarama.
         O ato teve destaque com a presença dos indígenas Terena do Mato Grosso do Sul - Alberto Terena e Gilmar Veron. Este é também Guarani; seu avô, Marcos Veron foi assassinado em 2003 diante de sua família.  Este crime permanece impune até hoje.  Os companheiros Terena denunciaram a situação de barbárie que vigora em Mato Grosso do Sul:  50% dos assassinatos dos povos indígenas no Brasil acorreram naquele estado.  Destacaram que o genocídio institucionalizado constitui prática continuada levada a cabo pelo conluio do latifúndio/agronegócio, seus pistoleiros e o Estado brasileiro.  Dois dos maiores inimigos dos povos originários em Mato Grosso do Sul são o deputado estadual José Teixeira (DEM) e o fazendeiro assassino Jacinto Honório.
         Alberto Terena e Gilmar Veron relataram o brutal assassinato do agente de saúde indígena, o Guarani Kaiowá Clodiodi Aquiles Rodrigues de Souza, no dia 14/06/2016, mais um episódio do extermínio sistemático de lideranças indígenas por latifundiários e pistoleiros acobertados pelo Estado brasileiro. Este se apresentou no território dos Guarani Kaiowá através da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública, das polícias civil e militar do Mato Grosso do Sul.  Os latifundiários e pistoleiros cercaram e metralharam um grupo de indígenas Guarani Kaiowá que estão mobilizados em defesa de suas terras.  Mais 6 indígenas foram atingidos, entre eles uma criança de 12 anos.  Trata-se do primeiro massacre do governo Temer (PMDB,PP, PSDB) que tem como Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ninguém menos Blairo Maggi (PP), o dito rei da soja, ícone do latifúndio, do agronegócio e da bancada do boi no senado.
         Os companheiros Terena denunciaram também a mídia burguesa que criminaliza os povos indígenas e  acoberta o racismo, a opressão e o genocídio praticados pelo Estado e o latifúndio.  Denunciaram a PEC 215, que transfere para o legislativo federal a demarcação de terras indígenas, quilombolas e zonas de proteção ambiental – leia-se, transfere para o latifúndio/agronegócio este poder.  Alberto Terena e Gilmar Veron reafirmaram a capacidade de luta e resistência dos povos indígenas para defender suas terras e sua cultura: “Direito conquistado não pode ser rasgado”.
         Além dos Terena, participaram do ato indígenas das etnias Kambiwá, Guarani, Pataxó (Coroa Vermelha/BA) e Pataxó Hã-hã-hãe - inclusive parentes de Galdino Pataxó, queimado vivo em Brasília, em 1997.  Avelin Kambiwá, do Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas e da Aldeia Umuarama, fez amplo painel da situação da população indígena urbana em Belo Horizonte.  Esta tem sido submetida sistemática e cotidianamente ao racismo e à repressão da Polícia Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil e do aparato institucional. Reiterou a denúncia do assassinato de Samuel Pataxó, assassinado em Betim/MG no ano de 2014, na ocasião da Copa do Mundo/FIFA. Destacou o papel das mulheres indígenas na luta – todas guerreiras. O Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas fez uma instalação no local do ato com a denúncia das chacinas e assassinatos institucionalizados sofridos pelos povos originários.
Célia Pataxó, da Aldeia Agricultura de Coroa Vermelha, Porto Seguro/BA é parente de Samuel Pataxó e teve também um tio, que era artesão, assassinado em Belo Horizonte.  Denunciou os obstáculos interpostos pelo Instituto de Medicina Legal (IML) de Belo Horizonte para que a família pudesse reaver os restos mortais do tio.  O IML se recusava até mesmo de reconhecer a identidade indígena da família e do parente morto. Denunciou a opressão sofrida pelos índios aldeados que, por questão de sobrevivência, são obrigados a vir temporariamente para a cidade para vender artesanato: são reprimidos no seu direito de ir, vir e permanecer; são impedidos de trabalhar; seu artesanato é confiscado e destruído; são impedidos de expor na feira de artesanato de Belo Horizonte; são maltratados pela prefeitura de Márcio Lacerda (PSB/PSDB).  Célia Pataxó denunciou a farsa eleitoral e a ineficácia e falsidade da demagogia eleitoreira. Ela e Avelin Kambiwá reafirmaram a união à luta e resistência dos parentes Terena e Guarani Kaiowá.
         Junto com as companheiras e companheiros indígenas, compuseram a mesa coordenada por Felipe Nicolau (Abrapo): Pedro Paulo (Luta Popular e Sindical), Gerson Lima (Liga Operária) e Matheus (prof. da PUC/MG). Na sequência, houve várias intervenções dos participantes e dos organizadores: Nilo (LCP), Bizoca (Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania); João Martinho (Sind-UTE – Vespasiano/MG); profa. Cláudia (MOCLATE); Abram (LCP); Pronzato (cineasta); Marisa (professora da UFMG); membro da Unidade Vermelha; membro da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo; membro do MEPR e outros. Houve participação especial da escritora Rosana Bond, que fez bela explanação sobre a história dos Terena e a importância da luta dos povos indígenas para a América Latina e para a humanidade. Antes do encerramento do ato, foi exibido um vídeo realizado pelos Terena que denuncia o genocídio dos povos originários no Mato Grosso do Sul.
         Todas as intervenções reiteraram a denúncia de que o Brasil é o país do genocídio sistêmico institucional contra indígenas, quilombolas e negros. Foi lembrado que, durante a ditadura militar (1964-1985), foram exterminados mais de 8 mil índios  e que seus nomes não constam nas listas de mortos e desaparecidos políticos. Foi feita a denúncia do papel da Polícia Militar de Minas Gerais neste processo: a ela pertenciam o Reformatório Krenak (Resplendor/MG) e a Fazenda Guarani (Carmésia/MG), que se tornaram verdadeiros campos de concentração étnicos durante o período. Foi destacada a necessidade da construção de um comitê permanente de defesa dos povos indígenas e quilombolas.  Destacou-se a importância da questão da terra no país, a qual unifica as lutas de indígenas, quilombolas, populações ribeirinhas e tradicionais e trabalhadores do campo/camponeses – estes também vítimas constantes assassinatos e massacres.  Denunciou-se que o Estado e seus gerentes esvaziaram a luta pela reforma agrária e reafirmou-se a necessidade da retomada e da radicalização desta luta.    Reafirmou-se sobretudo o princípio da independência, da autonomia e da combatividades destas lutas. Tais lutas não se travam nas entranhas do Estado e da institucionalidade.  Elas devem ser travadas nas ruas, nas praças, nas aldeias, nas ocupações - sempre mantendo a perspectiva classista: uma forte aliança de indígenas, quilombolas, operários, trabalhadores da cidade e do campo.
         Os companheiros Terena do Mato Grosso do Sul fecharam o ato com um chamado à luta e cantaram a seguinte palavra de ordem:
-Diga ao povo que avance!  - eles puxaram.
E todas e todos respondemos: Avançaremos!
Belo Horizonte, 30 de junho de 2016
INSTITUTO HELENA GRECO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA









segunda-feira, 27 de junho de 2016

ATO DE REPÚDIO AOS ATAQUES CONTRA O POVO GUARANI KAIOWÁ


Basta do genocídio dos povos indígenas!
Ato de repúdio aos ataques contra o povo Guarani Kaiowá

Quarta feira - 29 de Junho – 18:30h
Local: IEC-PUC MG – Rua Cláudio Manoel, N.º 1205, Funcionários
(próximo à Praça da Liberdade)

Com a presença de companheiros indígenas Terenas 
do Mato Grosso do Sul

 O brutal e covarde ataque de latifundiários e pistoleiros acobertados pelo Estado brasileiro, que no último dia 14 de junho assassinaram o agente de saúde indígena Guarani Kaiowá Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza de 23 anos, e levaram ao hospital seis indígenas atingidos por arma de fogo, inclusive uma criança de 12 anos, cobra uma resposta contundente de todos os democratas e movimentos populares brasileiros.

É mais um capítulo do histórico, secular e continuado genocídio dos povos indígenas. E uma vez mais o monopólio da imprensa, com a Rede Globo à frente, tenta subtrair da nação o conhecimento e o verdadeiro significado deste ataque, noticiando pouquíssimas vezes este grave acontecimento. E mesmo nesta ínfima “cobertura” jornalística, os indígenas foram tratados como “invasores” de terras de “fazendeiros”, e o ataque levado a cabo por pistoleiros, empresas de segurança privada e latifundiários foi divulgado como um conflito entre dois lados, dando a entender que os indígenas e latifundiários se enfrentaram e que os indígenas “levaram a pior”. E mais ainda, o tratamento dado à questão indígena é o de um problema localizado, como se não fosse parte da luta do povo brasileiro contra os exploradores e saqueadores da nação.

Os indígenas foram atacados em seu legítimo território. Os “invasores” são os latifundiários.

Não foi um “conflito”, os indígenas foram atacados logo após o Estado brasileiro - através da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança, polícias civil e militar do Mato Grosso do Sul - comparecer em seu território. Ou seja, o Estado brasileiro apresentou suas armas aos indígenas, e se retirou e se omitiu diante das milícias dos latifundiários. Os indígenas não são fracos como quer deixar transparecer o monopólio da imprensa, pelo contrário, cada vez mais resistem e lutam por seu território e por seu legítimo direito de autodeterminação.

E a luta dos indígenas, assim como a luta dos camponeses pela terra e a luta dos remanescentes de quilombolas por seus territórios e suas tradições, enfrenta uma sanguinária repressão do Estado brasileiro, que têm na exportação de minério, petróleo, soja, gado e cana, a medula deste modelo econômico falido, que espalha a miséria, a fome e o desemprego por todos os lares brasileiros. Só em 2015 ocorreram 1.217 conflitos no campo, mais do que 3 conflitos por dia; mais de 50 camponeses, indígenas e quilombolas foram assassinados.

Por tudo isso e muito mais, o ataque contra os Guaranis Kaiowás no Mato Grosso do Sul é um ataque contra todo o povo brasileiro. Pelo que conclamamos a participação de movimentos, sindicatos e entidades neste ato do próximo dia 29 de junho. Com a presença dos companheiros Terenas, que junto com os Guaranis Kaiowás e outras etnias resistem e lutam por seus territórios no Mato Grosso do Sul, certamente teremos muitas informações da verdadeira situação do que ocorre naquela região, talvez a mais conflagrada na questão indígena do país na atualidade. E poderemos somar forças poderosas contra o bárbaro genocídio dos povos indígenas brasileiros.

Luta Popular e Sindical (LPS) - Liga Operária - Associação Brasileira dos Advogados do Povo(Abrapo) - Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – Liga dos Camponeses Pobres (LCP) – FETAEMG – SINTECT-MG STICBH-MARRETA – SINDADOS – SINTRACC – SINTBOR-MG – MEPR – MFP - Mundo do Trabalho Contra a Precarização - Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas - Aldeia Umuarama.

- Divulgação no site da Associação Brasileira dos Advogados do Povo (ABRAPO): 

- Divulgação no site da Liga Popular e Sindical (LPS):

- Divulgação no site do Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (SINDADOS/MG):

- Evento em rede social: