Milhões de pessoas ocuparam as ruas em toda a Argentina para homenagear os 30 mil mortos e desaparecidos políticos da ditadura militar (1976-1983). Aos 50 anos do golpe de 24 de março de 1976, foi radicalizada a luta pela responsabilização dos torturadores e assassinos de opositores da ditadura sangrenta, pela busca de seus restos mortais e pelo resgate das crianças sequestradas.
As Mães da Praça de Maio, familiares das vítimas, sobreviventes da ditadura, organismos de Direitos Humanos, movimentos sociais, movimentos feministas, trabalhadoras/es e esquerdas reafirmaram a atualidade da luta por Memória, Verdade e Justiça.
O negacionismo do governo fascista Milei e da direita argentina foram repudiados. Eles afirmam que o “verdadeiro” número de mortos e desaparecidos estaria próximo dos 10 mil. Negam a história a partir de lógica perversa: a ideia de que a escala do crime atenua sua gravidade.
Foi denunciado o aumento exponencial da letalidade policial e da repressão aos Mapuches e aos movimentos sociais. A subordinação de Milei ao imperialismo estadunidense e ao genocida Donald Trump foi repudiada. Foi prestada solidariedade à resistência do Povo Palestino. Foi repudiado o genocídio na Faixa de Gaza, perpetrado pelo nazissionismo de Israel e aliados – sobretudo os Estados Unidos.
SON 30.000; FUE Y
ES GENOCIDIO!
* Apertura de los archivos de 1974 a 1983!
* Juicio y castigo a los genocidas!
* Restitución de la identidad a les niñes
apropiades!
* Abajo o governo Milei, los gobernadores y el
FMI!
* No a la reforma laboral esclavista!
* Abajo las leyes repressivas!
Castigo a los responsables de todos los
heridos por las represiones de Patricia Bullrich y Monte Oliva!
* Desprocesamiento de
todos los luchadores!
* No a la baja de edad de punibilidade!
* Abajo la criminalización
de la protesta social!
* No al genocidio en Gaza!
Viva Palestina Libre!
Mar del Plata/Argentina,
25/03/2026
Fotos/notícia: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG





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