Hoje não é dia de
festa! Há 140 anos, em Chicago/EUA, trabalhadores faziam greve geral por melhores
condições de trabalho e pela redução da jornada diária. Foram presos, feridos,
mortos e executados.
Resgatamos esta
história combativa da origem do 1º de maio ao lutar contra a escorchante jornada 6X1. O ultraliberalismo
exacerba a lógica fascista do capitalismo. Exploração e opressão são agravadas
pelas políticas de austeridade, o
arcabouço fiscal e as reformas trabalhista e previdenciária. Consolidam-se a
precarização do trabalho e as privatizações sistêmicas. Pratica-se o desmonte
continuado de políticas públicas de moradia, saúde, educação e transportes. O prefeito
de BH, Álvaro Damião (União Brasil), e o governador de MG, Mateus Simões (PSD),
seguem à risca esta cartilha necroliberal.
Totalitarismo de
mercado e terrorismo de Estado se retroalimentam. O Brasil continua campeão
mundial em desigualdade social e concentração de renda. Tem a polícia que mais
letal do planeta. O genocídio do Povo Negro e dos Povos Indígenas é
institucional. É o país que tem mais denúncias de trabalho escravizado. O ex-governador
Romeu Zema (Novo) foi denunciado ao Ministério Público do Trabalho por exploração
análoga à escravidão na sua empresa (Grupo Zema). Cresce a violência do
latifúndio contra os trabalhadores em luta pela terra. As mulheres trabalhadoras
negras sofrem opressão brutal de gênero, raça e classe.
Nossa luta anticapitalista,
portanto, é estrutural, permanente e internacionalista. Compreende a negação
resoluta de todas as formas de exploração e opressão. Traz na sua essência o
resgate das conquistas, da trajetória e da memória das lutas da classe
trabalhadora, as quais os patrões querem destruir.
VIVA A LUTA INDEPENDENTE COM RELAÇÃO À
CONCILIAÇÃO DE CLASSES, AOS GOVERNOS, AO ESTADO, ÀS BUROCRACIAS E À
INSTITUCIONALIDADE!
FIM DA ESCALA 6X1!
Instituto Helena
Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG

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