domingo, 4 de julho de 2021
★ 3º GRANDE ATO NACIONAL #3J★ Movimentos populares e dezenas de milhares de manifestantes por Abaixo o governo Bolsonaro/Mourão, em BH/MG.
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
quinta-feira, 1 de julho de 2021
#3JForaBolsonaro
★ ATO NACIONAL #3J ★
FORA BOLSONARO, MOURÃO E MILITARES!
ABAIXO O GOVERNO GENOCIDA DE MILICOS E
MILÍCIAS!
Sábado, dia 03/07/2021, às 14H
– Concentração: Praça da Liberdade – Belo
Horizonte/MG
- Venha de máscara (PFF2, N95 ou duas
máscaras);
- Se puder, utilize face shield;
- Leve álcool em gel;
- Mantenha a distância de 2m dos demais
manifestantes.
O Brasil ultrapassa 520.000 mortes de
COVID-19.
·
Nem
bala, nem fome, nem COVID!
·
Vacina
imediata para todas/os!
·
Auxílio
emergencial de um salário mínimo!
·
Pela
taxação das grandes fortunas e renda básica universal!
·
Pela
construção da Greve Geral!
·
Todo
apoio às trabalhadoras/es do campo e da cidade!
·
Todo
apoio aos Povos Indígenas, ao Povo Negro e Quilombolas! Pelo fim do genocídio!
· Todo
apoio às moradoras/es de ocupações, vilas, favelas e periferias! Pelo fim dos
despejos!
·
Toda
solidariedade aos sem teto e sem terra!
·
Todo
apoio à população LGBTQIA+!
·
Por
uma sociedade sem prisões e manicômios!
·
fascistas
NÃO PASSARÃO!
· Viva
a luta independente e combativa da classe trabalhadora e do movimento popular!
Instituto Helena Greco de Direitos
Humanos e Cidadania – BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
terça-feira, 29 de junho de 2021
CONTRA O ESBULHO DOS TERRITÓRIOS ANCESTRAIS DOS POVOS ORIGINÁRIOS - NÃO AO PL 490!
Há mais de duas semanas os Povos Indígenas organizam bravas manifestações
contra o PL 490. Manifestações que foram duramente reprimidas na última
terça-feira, dia 15/06, em Brasília. Elas se levantam contra a tentativa de ressuscitar
o dito marco temporal. Este busca anular
a dívida histórica aos povos originários desde o período colonial. A tese
espúria delimita as demarcações ao ano da constituição de 1988, reforçando e tentando
legitimar o histórico processo de esbulho das terras indígenas, o genocídio e o
epistemicídio contra os povos originários. Muitas terras ancestrais, não
ocupadas no dito marco temporal de
1988, são e sempre foram historicamente dos Povos Indígenas. Tendo sido expulsos
delas, eles têm realizado grandes lutas para sua retomada. O PL 490 é a mais
feroz ofensiva contra os direitos dos povos originários desde o fim da ditadura
militar. Ele entrega as terras ancestrais dos Povos Indígenas para o
latifúndio/agronegócio, para as grandes corporações de mineração e de
madeireiros.
As ofensivas contra os territórios indígenas e as áreas de proteção ambiental
têm sido eixo central do governo genocida Bolsonaro/Mourão, responsável pela
atual situação de guerra generalizada contra os Povos Indígenas. O ex-ministro
do meio-ambiente Ricardo Salles garantiu a tramitação do PL 490 no congresso - por
coincidência, caiu neste mesmo dia. Foi ele o responsável por conduzir o mais amplo
processo de desregramento, desregulação e aniquilamento das leis ambientais
imposto pelo latifúndio, a mineração e a exploração madeireira. O Povo Yanomami
e o Povo Mundurucu têm suas terras invadidas pelo garimpo da forma mais ofensiva
em plena pandemia de COVID-19. Estas invasões caracterizam o cenário aterrorizante de usurpação das terras
indígenas pelo governo Bolsonaro/Mourão.
No sul da Bahia, o Povo Pataxó tem se empenhado em uma grande campanha
de luta e mobilizações, repudiando a lei da produção plurissecular da amnésia
histórica. Os Pataxó constituem um dos povos que seriam os mais gravemente
afetados pelo PL 490. Grande parte das terras Pataxó é fruto de longo processo
de lutas de retomada pós década de 1990. Esses territórios Pataxó são alvos de
constantes ataques e represálias pelas elites hoteleiras locais, que tentam usurpá-los
para a implantação de megacomplexos de hotéis de luxo.
A votação na Câmara Federal segue nesta terça-feira, dia 29/06.
Trata-se de um dos congressos mais conservadores e reacionários desde o fim da
ditadura militar, sob o comando de Arthur Lira (PP). Este, que é base de
Bolsonaro, facilitará ao máximo a tramitação deste aterrador projeto de lei. O
dia será marcado por intensa mobilização em repúdio por parte dos movimentos
indígenas e outros movimentos sociais.
Nós, da luta pelos Direitos Humanos e Cidadania, repudiamos veementemente
os ataques aos direitos dos povos originários e as tentativas de esbulho dos
seus territórios ancestrais.
FORA BOLSONARO E MOURÃO!
PELA DEMARCAÇÃO
DE TODAS AS TERRAS INDÍGENAS!
ABAIXO O PL 490!
VIVA A LUTA DOS
POVOS INDÍGENAS!
Belo Horizonte,
29 de junho de 2021
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
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segunda-feira, 28 de junho de 2021
ATO NACIONAL: GERAÇÃO 68 SEMPRE NA LUTA
Realizado, no dia 26 de Junho de 2021, em
Belo Horizonte/MG, o ato nacional Geração
68 sempre na luta – Fora Bolsonaro! Ditadura Nunca Mais! 53 anos da
passeata dos Cem Mil e Dia Internacional de Luta contra a tortura!
Em BH/MG, aconteceu em frente ao
Memorial de Direitos Humanos Casa da Liberdade (antigo DOPS/MG – um dos maiores
centros de tortura da ditadura).
Estiveram presentes ex-presas/os políticas/os,
exiladas/os, banidas/os, militantes pelos Direitos Humanos, sindicalistas, movimentos
sociais e partidos de esquerda. Muitos dos presentes no ato passaram por
torturas no DOPS/MG na época da ditadura militar.
Pelo direito à Memória, à Verdade e à Justiça!
Abaixo o terrorismo de Estado!
Belo Horizonte, 28 de junho de 2021
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
★ LEIA TAMBÉM – “26 DE JUNHO: DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTRA A TORTURA”- ACESSE:
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
sexta-feira, 25 de junho de 2021
26 DE JUNHO: DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTRA A TORTURA
Esta
é uma data de luto e de luta contra a tortura e outros tratamentos e penas
cruéis, desumanos ou degradantes. Estes constituem elementos fundantes do que é
chamado de nação brasileira, a qual já
nasceu como o mais iníquo dos negócios: o escravismo colonial. São mais de 500
anos de espoliação, opressão e extermínio dos Povos Indígenas. São mais de 350 anos
de escravização do Povo Negro. Colonialidade, extermínio e escravização que
permanecem arraigados no Brasil nesta terceira década do século XXI. Constituem
a essência do genocídio e do epistemicídio institucionais, do racismo estrutural,
do patriarcalismo e patrimonialismo sistêmicos – características essenciais do
Estado brasileiro de hoje.
O
Estado de exceção permanente contra os excluídos históricos - as classes e
setores da população indesejáveis, matáveis
e torturáveis – permaneceu durante a
República desde os seus primórdios (1889). Aprofundou-se no Estado Novo da
ditadura Vargas (1937-1945). Sedimentou-se nos 21 anos de ditadura militar
(1964-1985). Esta adotou a tortura, os desaparecimentos
forçados, a estratégia do esquecimento como políticas de Estado. Este
contencioso não foi sequer equacionado até hoje. Não houve responsabilização
nem esclarecimento circunstanciado das torturas, mortes e desaparecimentos. Não houve abertura irrestrita dos arquivos da
repressão – permanece a cultura da vigilância, da mentira organizada, do sigilo
e da suspeição, da obliteração da memória histórica. Sequer conseguimos nomear
as/os milhares de indígenas e trabalhadoras/es sem terra massacrados durante o
período.
Sobretudo não houve desmantelamento do
gigantesco aparato repressivo e da ubíqua comunidade
de informações da ditadura militar. A longa transição continuísta, pactuada
e sem ruptura manteve esta estrutura. Sabemos que o Estado burguês não abre
mão dos instrumentos de violência que tem à sua disposição. O Brasil tornou-se
um dos campeoníssimos mundiais em desigualdade social e concentração de renda;
em chacinas periódicas; em casos de tortura e desaparecimentos forçados; em casos de estupro, feminicídio e
transfeminicídio; em encarceramento em massa. Temos a terceira população
carcerária do planeta – mais uma vez, a maioria é de negros. Tortura, penas e
tratamentos cruéis, desumanos e degradantes são práticas sistemáticas e
rotineiras nas masmorras do país, inclusive naquelas que aprisionam crianças e
adolescentes, como a Fundação Casa de São Paulo. O país tem a polícia militar
mais letal do planeta. O Brasil tornou-se um dos campeões mundiais em crimes
contra a humanidade.
O governo genocida Bolsonaro/Mourão é o
desfecho desta transição. Seu projeto de poder – concebido e sustentado pelas
Forças Armadas, pelo fundamentalismo cristão, pelo conservadorismo e pelo ultraliberalismo - é levar
às máximas consequências o terrorismo de Estado e do capital. Milicianos têm
participação orgânica no Palácio do Planalto. Os principais cargos de primeiro
escalão são ocupados por generais do exército. Mais de seis mil militares têm
cargos estratégicos em todas as instâncias do executivo. Como na ditadura, o
governo é dos militares. Tal governo hipermilitarizado tem como paradigma
declarado a ditadura militar. Torturadores contumazes e milicianos sanguinários
foram alçados a heróis nacionais, como o cel. Brilhante Ustra, o major Curió e
o miliciano Adriano da Nóbrega.
A
violência e a letalidade policiais – que já são as maiores do mundo – tiveram crescimento
avassalador com a licença para matar garantida pela tal excludência de ilicitude - ainda não positivada, mas já adotada na
prática. Seus alvos principais são as/os moradoras/es dos morros, favelas e
periferias. O genocídio do Povo Negro atingiu dimensões ainda mais estarrecedoras,
como foi escancarado na chacina do Jacarezinho. Mais um agravante estarrecedor:
crianças passaram a ser também alvos preferenciais. Cresceram exponencialmente
os casos de tortura, execuções e desaparecimentos.
Hoje
e sempre Bolsonaro tem defendido a tortura. Destilando seu ódio extremo aos
Direitos Humanos, ele afirma que a ditadura deveria ter matado mais de
30 mil opositores. Agora, de forma deliberada, ele é o responsável pela morte
de mais de 510 mil brasileiras/os de COVID-19. Expressa diuturnamente seu escárnio
às vítimas da pandemia e ao luto de seus familiares e amigos. As maiores
vítimas são – de novo – negras/os e indígenas. Este genocídio sanitário se soma
ao genocídio institucional em vigor. A investida contra os Povos Indígenas é de
tal monta que não apenas E.P.Is, leitos
de enfermarias e CTIs lhes foram negados - até água potável em meio à
pandemia. A ofensiva no momento é o esbulho definitivo de suas terras
ancestrais com a imposição do marco temporal (PL 490) a tramitar no
arquirreacionário congresso nacional – dominado pelas bancadas do
Boi/Bala/Bíblia/Jaula - e a polícia a reprimir os Povos Indígenas
mobilizados.
Em
1997, o dia 26 de junho foi adotado como Dia
Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura para marcar os 10 anos de
aprovação pela Assembleia Geral da ONU (1987) da Convenção Contra a Tortura e
Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, proposta em 28 de
setembro de 1984. O Brasil ratificou esta convenção em 1989 e seu protocolo
facultativo em 2007. Lei federal de 2013 determinou a implantação do Sistema
Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. Com muita dificuldade – por causa do
reacionarismo de governos e assembleias legislativas estaduais - 22 Comitês e
Mecanismos de Prevenção e Combate à Tortura foram criados nos estados. Em
dezembro de 2019, Bolsonaro determinou por decreto o desmonte do Mecanismo
Nacional. Em 11 de junho de 2021, seus 11 integrantes foram exonerados.
O
governo Bolsonaro/Mourão aniquilou igualmente a Comissão Especial sobre Mortos
e Desaparecidos e a Comissão de
Anistia – algumas das conquistas que demandaram muita pressão dos familiares de
mortos e desaparecidos políticos, dos
movimentos de Direitos Humanos e dos movimentos por Memória, Verdade e Justiça
(Lei 9140/1995 e Lei 10 559/2002). Centenas de companheiras/os foram
desanistiadas/os sumária e arbitrariamente. Tem sido feito ainda o desmonte
sistemático dos avanços da luta Antimanicomial com iniciativas de
reinstitucionalização das práticas segregacionistas e privativas de liberdade
dos usuários dos serviços de saúde mental.
Como
vimos, o governo Bolsonaro/Mourão avança para aniquilar todas as conquistas e
direitos da classe trabalhadora, dos Povos Indígenas, do Povo Negro, da luta
Antimanicomial e Antiprisional, dos movimentos Ambientalistas, Feministas e LGBTQIA+. Só a
partir de uma luta combativa e independente será possível reverter este quadro
de escalada geral de fascistização em marcha.
Este
26 de junho é também o dia dos 53 anos da passeata
dos Cem Mil que aconteceu no Rio de Janeiro (1968). Dela participaram
milhares de estudantes, trabalhadoras/es, artistas, intelectuais. Foi o maior
protesto, até então, contra a ditadura e a execução pela PM do estudante
secundarista Edson Luís de Lima Souto, em 28 de março de 1968. Os protestos se
espalharam por todo o Brasil. Companheiro Edson Luís, presente na luta!
Concluímos
prestando nosso tributo a todas as vítimas do terrorismo de Estado de ontem e
de hoje e às companheiras/os que tombaram na luta contra a ditadura. Nossa
solidariedade aos familiares das vítimas do genocídio sanitário provocado pelo
governo Bolsonaro/Mourão.
Ditadura
nunca mais!
Tortura
nunca mais!
Fora
Bolsonaro! Fora Mourão!
Abaixo
o governo genocida de milicos e milícias!
Fascistas:
NÃO PASSARÃO!
Belo Horizonte, 26
de junho de 2021
Instituto Helena
Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
★ATO NACIONAL - 68 NA LUTA★
GERAÇÃO 68 SEMPRE NA LUTA
Fora Bolsonaro!
Fora Mourão!
Fora milicos e milícias!
Ditadura nunca mais!
ATO
NACIONAL:
Sábado, 26 de Junho/2021, 10:00 Horas - Belo
Horizonte/MG
Local: em
frente ao Memorial de Direitos Humanos – Casa da Liberdade (antigo DOPS/MG,
centro de tortura da ditadura) - Av.
Afonso Pena, 2351 – Centro – BH/MG.
26
DE JUNHO:
- 53 anos da Passeata dos Cem Mil!
- Dia Internacional de Luta contra a
tortura!
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quinta-feira, 24 de junho de 2021
LIVE: DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTRA A TORTURA
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
sábado, 19 de junho de 2021
★ATO NACIONAL – 19J★ Movimentos populares e milhares de manifestantes pelo Abaixo o governo genocida Bolsonaro/Mourão, em BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
quarta-feira, 16 de junho de 2021
#19JForaBolsonaro
★ ATO NACIONAL – 19J ★
FORA BOLSONARO!
FORA MOURÃO!
ABAIXO O GOVERNO DE MILICOS E MILÍCIAS!
PELO FIM DO GENOCÍDIO!
Sábado, dia 19/06/2021,
às 13H30
– Concentração:
Praça da Liberdade – BH/MG
- Venha de máscara (PFF2, N95 ou duas
máscaras);
- Se puder, utilize face shield;
- Leve álcool em gel;
- Mantenha a distância de 2m dos demais
manifestantes.
Nem bala, nem fome e
nem COVID!
Vacina imediata para
todas/os!
Auxílio emergencial
de um salário mínimo!
Pela taxação das
grandes fortunas e renda básica universal!
Pela construção da
Greve Geral!
Todo apoio às
trabalhadoras/es do campo e da cidade!
Todo apoio aos Povos
Indígenas, ao Povo Negro e Quilombolas!
Todo apoio às
moradoras/es de ocupações, vilas, favelas e periferias!
Toda solidariedade
aos sem teto e sem terra!
Todo apoio à
população LGBTQIA+!
Por uma sociedade sem
prisões e manicômios!
fascistas NÃO
PASSARÃO!
Viva a luta
independente e combativa da classe trabalhadora e do movimento popular!
Instituto Helena Greco de Direitos
Humanos e Cidadania – BH/MG
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terça-feira, 15 de junho de 2021
★HELENA GRECO: 105 ANOS ★ (15/06/2021 - 27/07/2021) PRESENTE, HOJE E SEMPRE!
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