"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68

R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, CEP: 31010-070 - Belo Horizonte/MG (Ônibus: 9103, 9210 - Metrô: Estação Sta. Efigênia). Contato: institutohelenagreco@gmail.com

Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.

domingo, 20 de novembro de 2022

GAROTAS SOLTEIRAS

Realizada oficina para compor a ala de dança do bloco Garotas Solteiras.
Aconteceu no sábado (19/11), no Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG.





sexta-feira, 18 de novembro de 2022

FEIRA DOS AMIGOS DA CASA LAR

Realizada a feira da Casa Lar da APAE-BH. Aconteceu na manhã de quinta-feira, dia 17/11.

As moradoras artesãs da Casa Lar expuseram pulseiras, colares, chaveiros, decoração, forros, panos de prato e crochês.

Estiveram presentes trabalhadoras da APAE, estudantes estagiários de medicina e moradoras/es de Santa Tereza.





 






Belo Horizonte, 18 de novembro de 2022

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

COMPANHEIRO ÍNDIO, PRESENTE! (25/02/1968 - 08/11/2022)

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ivaldi José Rodrigues, no dia 08/11/2022, em Porto Seguro/Bahia. O companheiro, conhecido como Índio pelos movimentos sociais, e como Dinha por seus familiares, enfrentava um câncer há anos.

O companheiro Índio é referência da luta por moradia há décadas em Belo Horizonte/MG. Em 2011, foi articulador e um dos fundadores da Ocupação Helena Greco no Bairro Zilah Spósito - Belo Horizonte/MG. Atuou junto com Dona Helena Greco no Sarandi, em várias ocupações e movimentos populares. Índio foi membro do Movimento de Luta Pela Moradia (MLPM).

O camarada lutou todos os dias ombro a ombro pelos direitos sociais e pela dignidade coletiva.

Todo nosso apoio e solidariedade aos familiares, amigas, amigos, companheiras e companheiros de luta.

COMPANHEIRO IVALDI JOSÉ RODRIGUES (ÍNDIO):

PRESENTE, HOJE E SEMPRE!

PRESENTE NA LUTA!

Belo Horizonte, 09 de novembro de 2022

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

CARTA DO COMITÊ SANITÁRIO DE DEFESA POPULAR AO POVO DE OURO PRETO

Não pagar as contas e levantar grandes

manifestações para derrotar a privatização da

água e as tentativas de criminalização da luta

Ouro Preto, 02 de novembro de 2022

A luta do povo de Ouro Preto contra a privatização da água saltou da vitoriosa resistência de bairros e distritos contra a instalação dos hidrômetros, que impediu por um ano a empresa de iniciar suas cobranças abusivas, para uma vigorosa jornada de manifestações que, crescendo como uma grande torrente, está ganhando a adesão cada vez maior de todo o povo. As últimas três grandes manifestações (dias 10, 19 e 26 de Outubro), com a vitoriosa ocupação da prefeitura, selaram a aliança entre estudantes da UFOP, secundaristas, professores, e trabalhadores. Foi só o começo da resposta do povo ouro-pretano ao início das cobranças abusivas por consumo em 4 de outubro e já fez estremecer toda a cidade. Hoje, marchamos para expulsar a Saneouro com grandes manifestações e uma estrondosa campanha para que ninguém pague as contas absurdas unindo todo o povo para derrotar a privatização da água.

Com mais de um ano amargando prejuízos enormes, inteiramente desmoralizados e a ponto de sofrer uma retumbante derrota em seus planos de privatizar a água, os donos da Saneouro entraram em desespero e se unem com seus serviçais da Prefeitura e da Câmara de vereadores para atacar o povo em luta, em uma vã tentativa de frear a grande torrente que ameaça enviálos de volta para a Coreia do Sul. Esta grande jornada de manifestações sacudiu Ouro Preto e a cindiu em dois, de um lado está o povo, trabalhadores, estudantes, comerciantes, intelectuais honestos e todos que lutam contra a privatização da água e, de outro, estão os donos da Saneouro e todos aqueles que se beneficiam do roubo das riquezas naturais, do suor e do trabalho do povo ouro-pretano.

A campanha contra a privatização da água enfrentou e superou todo o tipo de ataques por parte da empresa e seus serviçais nas instituições do velho Estado. Desde o início com a resistência nos bairros e distritos, o povo ouro-pretano enfrentou chantagens, coações e ameaças por parte da empresa, de corte do fornecimento de água e de cobranças para futuras instalações de hidrômetros. Frente a sua indomável resistência a empresa passou a utilizar a Polícia Militar e a Guarda Municipal como segurança privada para forçar os moradores a aceitarem a instalação e para ameaçar de prisão ativistas do Comitê Sanitário e lideranças dos bairros e distritos num processo crescente de criminalização do movimento popular.

Agora a vigorosa jornada de lutas que une os ouropretanos formando grande opinião pública contrária a privatização enfrenta o mais odioso ataque por parte da empresa e seus cães de guarda. Os recentes episódios o provam: a violenta repressão da Guarda Civil Municipal Acima a ESQUERDA: povo marcha pelas ruas pelo Fora Saneouro! A água é do povo! em 26/10, ao CENTRO: Vitoriosa ocupação da prefeitura no dia 19/10 e a DIREITA: Povo leva contas à prefeitura no dia 19/10 Ouro Preto, 02 de novembro de 2022 contra a justa e legítima ocupação da prefeitura no último dia 19/10; a nota oficial da administração municipal lançando falsas acusações contra os manifestantes para justificar a repressão policial e; a campanha de calúnias e ameaças à integridade física e ao livre exercício de sua profissão contra o ativista do Comitê Sanitário de Defesa Popular, professor e coordenador do curso de licenciatura em Física da UFOP, Marcos Calazans, proferidas desde a tribuna da Câmara Municipal em reunião pública realizada no dia 27/10 pelos vereadores Wanderley Rossi Júnior/PT vulgo “Kuruzu”, Naércio França Ferreira/ Republicanos e Júlio César Ribeiro Gori/PSC. Todas essas ações são resposta da Saneouro ao avanço da campanha contra a privatização no objetivo de intimidar e coagir o povo por meio da criminalização da luta. Ressaltamos uma vez mais, só há dois lados e todo ataque aos que lutam contra a privatização da água, todo ato de violência cometido contra as legítimas manifestações, toda tentativa de criminalizar a justa luta do povo e os membros do Comitê Sanitário de Defesa Popular serve aos planos da Saneouro para seguir roubando nossas riquezas naturais e explorando o povo de Ouro Preto.

Compreendemos que, com essa odiosa campanha de criminalização orquestrada desde a tesouraria da Saneouro, querem nos fazer recuar e aceitar migalhas para, assim, proporem um pérfido acordo de revisão de tarifas a partir da protelação do contrato e enganação à população com falsas promessas eleitoreiras. Que não nos confundamos! A criminalização da justa e legítima luta contra a privatização da água em Ouro Preto é resposta desesperada da Saneouro e seus serviçais na Câmara de Vereadores e no poder executivo municipal, administrado pelo Sr. Ângelo Osvaldo/PV, diante das vitórias de nossa luta e do novo momento que entramos no qual escorraçaremos esses sanguessugas.

Foram as ações combativas das massas populares que impediram que essa empresa privada estrangeira implementasse seu plano de saqueio, exploração do povo e de nossas riquezas naturais. Chegamos ao momento de serrarmos fileira sob a consigna de “Fora Saneouro! A água é do povo!” e com nossas ações expulsarmos esses exploradores estrangeiros. Não pagaremos as contas abusivas e levantaremos grandes manifestações para acabar de estrangulá-los e escorraçá-los de Ouro Preto. Conclamamos a todas as entidades democráticas, sindicatos e associações de bairros e distritos, estudantes, professores, comerciantes e trabalhadores a repudiar os ataques aos ativistas do Comitê Sanitário e toda tentativa de criminalização da luta contra a privatização da água. Apoiar e divulgar a luta contra a privatização da água, pois essa não é apenas uma questão econômica do povo ouro-pretano, é parte da luta contra a dominação imperialista e pela nacionalização e industrialização das riquezas naturais de nosso país. Conclamamos a todo o povo de Ouro Preto a intensificarmos essa grande jornada de lutas, organizando reuniões nos bairros, assembleias e prepararmos as próximas e maiores manifestações do povo para derrotar a privatização da água!

Exigimos:

✓ O cancelamento do contrato entre a prefeitura de Ouro Preto e a empresa Saneouro que estabelece a privatização da água no município e imediata suspensão das abusivas cobranças por consumo;

✓ Investigação e punição dos responsáveis, mandantes e executores, da violenta repressão da Guarda Civil Municipal contra a legítima manifestação na prefeitura de Ouro Preto no dia 19/10;

✓ Responsabilização e punição civil, administrativa e criminal contra os vereadores Wanderley Kuruzu/ PT, Naércio França Ferreira/Republicanos e Júlio César Ribeiro Gori/PSC pelos crimes de injúria, difamação e ameaças à integridade física ao ativista do Comitê Sanitário de Defesa Popular e professor da UFOP, Marcos Calazans;

✓ Fim imediato das ameaças contra o livre exercício da atividade profissional do professor Marcos Calazans e, por conseguinte, contra a autonomia universitária da UFOP por parte de representantes do poder executivo e legislativo de Ouro Preto;

Fora Saneouro! A água é do povo! 

Não pague a Saneouro! 

Abaixo a criminalização da luta contra a privatização da água!


- FONTE: https://www.facebook.com/comitesanitariodefesapopular


- ASSISTA AO VÍDEO - "MG: Comitê Sanitário de Ouro Preto marcha contra a Saneouro!": 


sexta-feira, 4 de novembro de 2022

HUMAITÁ – OFICINAS DE FORMAÇÃO DA ALA DE DANÇA PARA O CARNAVAL 2023 COM MARIA LARA MENEZES

“Vem construir nossa ala de dança pro cortejo de carnaval do Baque Humaitá!

Serão 5 encontros, nas quartas a noite, onde traçaremos nossa maneira de dançar, inspirado nas catirinas das nações de maracatu, experimentando um pouco do tradicional, das corporalidades das danças dos orixás e outras vertentes afro-brasileiras. Nossa professora é a queridíssima Maria Laura Menezes, estudante de licenciatura em Dança e pesquisadora há mais de 10 anos das danças populares brasileiras e do Oeste Africano”.

Link para inscrições: https://forms.gle/YTtcHrzRnxrJt2GFA

@humaitacultura

@mariamenezes.danza

sábado, 29 de outubro de 2022

A COROA DO LEÃO – EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO E RODA DE CONVERSA

Realizada, no dia 28/10, a atividade Cinema comentado com Karen Maracatu Leão Coroado. Foi exibido o documentário A Coroa do Leão, que conta sobre o Maracatu Leão Coroado, atuante desde 1863 em Pernambuco.

O documentário de 2017, com a duração de 40 minutos, tem direção de Mateus Sá e Diego Di Niglio. Contém cenas de arquivo e entrevistas. Leva-nos a conhecer a história e o cotidiano da comunidade.

Karen Aguiar é produtora cultural pernambucana, atual regente do maracatu mais antigo em atividades ininterruptas.

Após a exibição houve roda de conversa. A atividade foi realizada pela Humaitá em parceria com a Associação Cultural Quilombo Vela no Breu. Aconteceu no Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.


Belo Horizonte, 29 de outubro de 2022

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

CINEMA COMENTADO | EXIBIÇÃO DO FILME "A COROA DO LEÃO"

HUMAITÁ CONVIDA

CINEMA COMENTADO COM KAREN MARACATU LEÃO COROADO

FILME: A COROA DO LEÃO

Dia 28/10/2022, sexta-feira, às 19h

Local: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

- Rua Hermilo Alves, 290, Bairro Santa Tereza – BH/MG

R$10,00 para quem se inscreveu nas oficinas da Karen

R$ 20,00 para quem não se inscreveu

Os valores serão revertidos em despesas de passagens e oficinas da Karen.

Atividade realizada pela Humaitá em parceria com Associação Cultural Quilombo Vela no Breu, com apoio do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.

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”O Cine Humaitá orgulhosamente apresenta o filme ‘A Coroa do Leão’ numa sessão comentada com a presença mais que especial da @karen4guiar_ 🦁

O filme conta um pouco sobre a salvaguarda do Maracatu Leão Coroado, de 1863. A duração é de 40 min e depois é bate papo! Ah!! A pipoca é liberada!(...)”

@humaitacultura

@velanobreu

@maracatuleaocoroado

@institutohelenagreco

sábado, 22 de outubro de 2022

LANÇAMENTO DA PRÉ-VENDA DO LIVRO SABERES DOS MATOS PATAXÓ

Nesta semana, dia 21 de outubro, foi aberta a campanha de pré-venda do livro Saberes dos Matos Pataxó de autoria de Japira Pataxó, pajé e liderança da Aldeia Pataxó Novos Guerreiros (Porto Seguro/BA). A campanha foi lançada na mesma semana em que mestra Japira recebeu o título de Doutora por Notório Saber em Educação pela UFMG.

Japira nasceu na Aldeia Pataxó Barra Velha. Ao longo de sua vida participou de diversas retomadas e importantes mobilizações Pataxó. Sua aldeia, Novos Guerreiros, é fruto de luta coletiva que teve como principais lideranças ela e seu falecido esposo, Jonga. Na sua comunidade desempenha o papel de pajé e professora dos saberes curativos, históricos e cosmológicos de seu povo.

O livro apresenta à leitora e ao leitor um percurso pelos ambientes das terras Pataxó: o quintal, a restinga, o brejo, a capoeira e a Mata Atlântica. Cada capítulo da obra apresenta as plantas e animais desses ambientes, bem como histórias de sua vida e de seu povo. Parte dos livros será destinada às escolas indígenas Pataxó, para isso a campanha conta com uma opção de colaboração para que mais livros possam chegar aos territórios Pataxó.

A obra conta com prefácio escrito por Edson Kayapó, militante indígena e doutor em Educação e posfácio dos organizadores da obra Ana Boross Queiroga Belizário, pesquisadora da área da saúde, e Victor André Martins Miranda, especialista em Saúde Coletiva e membro do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG. A publicação é uma colaboração da Editora Teia dos Povos e da Revista Piseagrama.

Belo Horizonte, 22 de outubro de 2022

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG

- ACESSE:

 https://teiadospovos.org/editora-da-teia-dos-povos/

@teiadospovos

https://piseagrama.org/

@revistapiseagrama


sábado, 3 de setembro de 2022

ESCALADA DA MATANÇA PERPETRADA PELA POLÍCIA MILITAR/MG

A polícia deste país é considerada uma das mais letais do mundo. Esta letalidade sistêmica se caracteriza pelo racismo estrutural, a misoginia, o ódio à diversidade e aos Direitos Humanos. Trata-se de uma polícia que persegue, subjuga, tortura, prende e mata negras/os, trabalhadoras/es, periféricas/os  todos os dias. Ela está aí para proteger os ricos e conter as/os pobres do campo e da cidade - braço armado do capital e do Estado. Tem no prontuário o genocídio institucional do Povo Negro e dos Povos Indígenas.

Estes massacres são tão frequentes que se banalizaram e se naturalizaram. O excludente de ilicitude (direito de torturar e matar) constitui a essência da repressão policial, sobretudo no governo fascista Bolsonaro (PL)/Mourão (Republicanos).

A polícia militar (PMMG) do governo Zema (partido Novo) – um dos mais privatistas e bolsonaristas de todos – é useira e vezeira deste protocolo. No dia 16 de julho deste ano, o jovem negro Marcos Vinícius Vieira Couto (29 anos) foi executado à queima roupa com três tiros pelo sargento PM Rodrigo Figueiredo Gomes, na Vila Barraginha, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. No dia 19 de agosto, o adolescente Pedro Henrique Costa (15 anos) foi executado com cinco tiros por um tenente e um cabo PM na Vila Embaúbas, Região Oeste de Belo Horizonte. No dia 22 de agosto, um homem foi abatido a tiros pela PMMG na região Centro-sul da cidade. Seu nome não foi divulgado. No dia 30 de agosto, a PMMG executou com dois tiros Gleisson Sedinez da Silva (37 anos) no Aglomerado Cabana do Pai Tomás, também na Região Oeste. Os nomes dos assassinos de Pedro Henrique e Gleisson não foram revelados. São todos do 5º Batalhão da Polícia Militar.

O comando da PMMG não só justificou estas execuções, como as considerou bem sucedidas. Seu argumento – baseado na arraigada cultura do confronto e do extermínio - é o mesmo brandido pelo aparato repressivo em todo o país: o famigerado auto de resistência. Sempre com a cobertura do tal excludente de ilicitude. Estes não são fatos isolados: trata-se de prática sistemática da PMMG sustentada por cadeia de comando. Além dos policiais assassinos, a PMMG e o governo Zema são os responsáveis por tudo isto. Durante a Greve pelo piso salarial das/os Trabalhadoras/es em Educação, o Governador Romeu Zema utilizou ferozmente a polícia militar.

As comunidades onde ocorreram estes massacres continuam a ser barbarizadas pela PMMG – sofrem cerco e ameaças constantes. Suas/seus moradoras/es estão mobilizadas/os em manifestações permanentes para denunciar o cotidiano de violência policial a que são submetidas/os. As/os familiares, amigas/as e companheiras/os de Marcos Vinícius Vieira Couto, Pedro Henrique Costa e Gleisson Sedinez da Silva têm nossa solidariedade incondicional, extensiva a todas/os moradoras/es das comunidades.

PELO FIM DAS INVASÕES POLICIAIS NOS MORROS, VILAS, FAVELAS E OCUPAÇÕES!

PELO DESMANTELAMENTO DO APARATO REPRESSIVO! NÃO ACABOU, TEM QUE ACABAR...!

FORA ZEMA! BOLSONARISMO NUNCA MAIS!

TODA SOLIDARIEDADE ÀS COMUNIDADES NOVA BARRAGINHA E CABANA!

MARCOS VINÍCIUS VIEIRA COUTO: PRESENTE!

PEDRO HENRIQUE COSTA: PRESENTE!

GLEISSON SEDINEZ DA SILVA: PRESENTE!

Belo Horizonte, 03 de setembro de 2022

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG