domingo, 20 de novembro de 2022
GAROTAS SOLTEIRAS
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sexta-feira, 18 de novembro de 2022
FEIRA DOS AMIGOS DA CASA LAR
Realizada
a feira da Casa Lar da APAE-BH. Aconteceu na manhã de quinta-feira, dia 17/11.
As
moradoras artesãs da Casa Lar expuseram pulseiras, colares, chaveiros, decoração,
forros, panos de prato e crochês.
Estiveram presentes trabalhadoras da APAE, estudantes estagiários de medicina e moradoras/es de Santa Tereza.
Belo Horizonte, 18 de novembro de 2022
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania
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quarta-feira, 16 de novembro de 2022
CASA LAR / APAE-BH CONVIDA:
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quarta-feira, 9 de novembro de 2022
COMPANHEIRO ÍNDIO, PRESENTE! (25/02/1968 - 08/11/2022)
É com
imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ivaldi José Rodrigues, no dia 08/11/2022, em Porto Seguro/Bahia. O
companheiro, conhecido como Índio pelos
movimentos sociais, e como Dinha por
seus familiares, enfrentava um câncer há anos.
O
companheiro Índio é referência da luta por moradia há décadas em Belo
Horizonte/MG. Em 2011, foi articulador e um dos fundadores da Ocupação Helena
Greco no Bairro Zilah Spósito - Belo Horizonte/MG. Atuou junto com Dona Helena
Greco no Sarandi, em várias ocupações e movimentos populares. Índio foi membro
do Movimento de Luta Pela Moradia (MLPM).
O camarada
lutou todos os dias ombro a ombro pelos direitos sociais e pela dignidade
coletiva.
Todo
nosso apoio e solidariedade aos familiares, amigas, amigos, companheiras e
companheiros de luta.
COMPANHEIRO
IVALDI JOSÉ RODRIGUES (ÍNDIO):
PRESENTE,
HOJE E SEMPRE!
PRESENTE NA LUTA!
Belo Horizonte, 09 de novembro de 2022
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania
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segunda-feira, 7 de novembro de 2022
CARTA DO COMITÊ SANITÁRIO DE DEFESA POPULAR AO POVO DE OURO PRETO
Não pagar as contas e levantar grandes
manifestações para derrotar a
privatização da
água e as tentativas de criminalização
da luta
Ouro Preto, 02 de novembro de 2022
A
luta do povo de Ouro Preto contra a privatização da água saltou da vitoriosa
resistência de bairros e distritos contra a instalação dos hidrômetros, que
impediu por um ano a empresa de iniciar suas cobranças abusivas, para uma
vigorosa jornada de manifestações que, crescendo como uma grande torrente, está
ganhando a adesão cada vez maior de todo o povo. As últimas três grandes
manifestações (dias 10, 19 e 26 de Outubro), com a vitoriosa ocupação da
prefeitura, selaram a aliança entre estudantes da UFOP, secundaristas,
professores, e trabalhadores. Foi só o começo da resposta do povo ouro-pretano
ao início das cobranças abusivas por consumo em 4 de outubro e já fez
estremecer toda a cidade. Hoje, marchamos para expulsar a Saneouro com grandes
manifestações e uma estrondosa campanha para que ninguém pague as contas
absurdas unindo todo o povo para derrotar a privatização da água.
Com
mais de um ano amargando prejuízos enormes, inteiramente desmoralizados e a
ponto de sofrer uma retumbante derrota em seus planos de privatizar a água, os
donos da Saneouro entraram em desespero e se unem com seus serviçais da
Prefeitura e da Câmara de vereadores para atacar o povo em luta, em uma vã
tentativa de frear a grande torrente que ameaça enviálos de volta para a Coreia
do Sul. Esta grande jornada de manifestações sacudiu Ouro Preto e a cindiu em
dois, de um lado está o povo, trabalhadores, estudantes, comerciantes,
intelectuais honestos e todos que lutam contra a privatização da água e, de
outro, estão os donos da Saneouro e todos aqueles que se beneficiam do roubo
das riquezas naturais, do suor e do trabalho do povo ouro-pretano.
A
campanha contra a privatização da água enfrentou e superou todo o tipo de
ataques por parte da empresa e seus serviçais nas instituições do velho Estado.
Desde o início com a resistência nos bairros e distritos, o povo ouro-pretano
enfrentou chantagens, coações e ameaças por parte da empresa, de corte do
fornecimento de água e de cobranças para futuras instalações de hidrômetros.
Frente a sua indomável resistência a empresa passou a utilizar a Polícia
Militar e a Guarda Municipal como segurança privada para forçar os moradores a
aceitarem a instalação e para ameaçar de prisão ativistas do Comitê Sanitário e
lideranças dos bairros e distritos num processo crescente de criminalização do
movimento popular.
Agora
a vigorosa jornada de lutas que une os ouropretanos formando grande opinião
pública contrária a privatização enfrenta o mais odioso ataque por parte da
empresa e seus cães de guarda. Os recentes episódios o provam: a violenta
repressão da Guarda Civil Municipal Acima a ESQUERDA: povo marcha pelas ruas
pelo Fora Saneouro! A água é do povo! em 26/10, ao CENTRO: Vitoriosa ocupação
da prefeitura no dia 19/10 e a DIREITA: Povo leva contas à prefeitura no dia
19/10 Ouro Preto, 02 de novembro de 2022 contra a justa e legítima ocupação da
prefeitura no último dia 19/10; a nota oficial da administração municipal
lançando falsas acusações contra os manifestantes para justificar a repressão
policial e; a campanha de calúnias e ameaças à integridade física e ao livre
exercício de sua profissão contra o ativista do Comitê Sanitário de Defesa
Popular, professor e coordenador do curso de licenciatura em Física da UFOP,
Marcos Calazans, proferidas desde a tribuna da Câmara Municipal em reunião
pública realizada no dia 27/10 pelos vereadores Wanderley Rossi Júnior/PT vulgo
“Kuruzu”, Naércio França Ferreira/ Republicanos e Júlio César Ribeiro Gori/PSC.
Todas essas ações são resposta da Saneouro ao avanço da campanha contra a
privatização no objetivo de intimidar e coagir o povo por meio da
criminalização da luta. Ressaltamos uma vez mais, só há dois lados e todo
ataque aos que lutam contra a privatização da água, todo ato de violência
cometido contra as legítimas manifestações, toda tentativa de criminalizar a
justa luta do povo e os membros do Comitê Sanitário de Defesa Popular serve aos
planos da Saneouro para seguir roubando nossas riquezas naturais e explorando o
povo de Ouro Preto.
Compreendemos
que, com essa odiosa campanha de criminalização orquestrada desde a tesouraria
da Saneouro, querem nos fazer recuar e aceitar migalhas para, assim, proporem
um pérfido acordo de revisão de tarifas a partir da protelação do contrato e
enganação à população com falsas promessas eleitoreiras. Que não nos
confundamos! A criminalização da justa e legítima luta contra a privatização da
água em Ouro Preto é resposta desesperada da Saneouro e seus serviçais na Câmara
de Vereadores e no poder executivo municipal, administrado pelo Sr. Ângelo
Osvaldo/PV, diante das vitórias de nossa luta e do novo momento que entramos no
qual escorraçaremos esses sanguessugas.
Foram as ações combativas das massas populares que impediram que essa empresa privada estrangeira implementasse seu plano de saqueio, exploração do povo e de nossas riquezas naturais. Chegamos ao momento de serrarmos fileira sob a consigna de “Fora Saneouro! A água é do povo!” e com nossas ações expulsarmos esses exploradores estrangeiros. Não pagaremos as contas abusivas e levantaremos grandes manifestações para acabar de estrangulá-los e escorraçá-los de Ouro Preto. Conclamamos a todas as entidades democráticas, sindicatos e associações de bairros e distritos, estudantes, professores, comerciantes e trabalhadores a repudiar os ataques aos ativistas do Comitê Sanitário e toda tentativa de criminalização da luta contra a privatização da água. Apoiar e divulgar a luta contra a privatização da água, pois essa não é apenas uma questão econômica do povo ouro-pretano, é parte da luta contra a dominação imperialista e pela nacionalização e industrialização das riquezas naturais de nosso país. Conclamamos a todo o povo de Ouro Preto a intensificarmos essa grande jornada de lutas, organizando reuniões nos bairros, assembleias e prepararmos as próximas e maiores manifestações do povo para derrotar a privatização da água!
Exigimos:
✓ O cancelamento do contrato entre a prefeitura de Ouro Preto e a empresa Saneouro que estabelece a privatização da água no município e imediata suspensão das abusivas cobranças por consumo;
✓ Investigação e punição dos responsáveis, mandantes e executores, da violenta repressão da Guarda Civil Municipal contra a legítima manifestação na prefeitura de Ouro Preto no dia 19/10;
✓ Responsabilização e punição civil, administrativa e criminal contra os vereadores Wanderley Kuruzu/ PT, Naércio França Ferreira/Republicanos e Júlio César Ribeiro Gori/PSC pelos crimes de injúria, difamação e ameaças à integridade física ao ativista do Comitê Sanitário de Defesa Popular e professor da UFOP, Marcos Calazans;
✓ Fim imediato das ameaças contra o livre exercício da atividade profissional do professor Marcos Calazans e, por conseguinte, contra a autonomia universitária da UFOP por parte de representantes do poder executivo e legislativo de Ouro Preto;
Fora Saneouro! A água é do povo!
Não pague a Saneouro!
Abaixo a criminalização da luta contra a privatização da água!
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sexta-feira, 4 de novembro de 2022
HUMAITÁ – OFICINAS DE FORMAÇÃO DA ALA DE DANÇA PARA O CARNAVAL 2023 COM MARIA LARA MENEZES
“Vem construir nossa ala de dança
pro cortejo de carnaval do Baque Humaitá!
Serão 5 encontros, nas quartas a
noite, onde traçaremos nossa maneira de dançar, inspirado nas catirinas das
nações de maracatu, experimentando um pouco do tradicional, das corporalidades
das danças dos orixás e outras vertentes afro-brasileiras. Nossa professora é a
queridíssima Maria Laura Menezes, estudante de licenciatura em Dança e
pesquisadora há mais de 10 anos das danças populares brasileiras e do Oeste
Africano”.
Link para inscrições: https://forms.gle/YTtcHrzRnxrJt2GFA
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sábado, 29 de outubro de 2022
A COROA DO LEÃO – EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO E RODA DE CONVERSA
Realizada, no dia 28/10, a atividade Cinema comentado com Karen Maracatu Leão
Coroado. Foi exibido o documentário A
Coroa do Leão, que conta sobre o Maracatu Leão Coroado, atuante desde 1863
em Pernambuco.
O documentário de 2017, com a duração
de 40 minutos, tem direção de Mateus Sá e Diego Di Niglio. Contém cenas de
arquivo e entrevistas. Leva-nos a conhecer a história e o cotidiano da
comunidade.
Karen Aguiar é produtora cultural
pernambucana, atual regente do maracatu mais antigo em atividades ininterruptas.
Após a exibição houve roda de
conversa. A atividade foi realizada pela Humaitá em parceria com a Associação
Cultural Quilombo Vela no Breu. Aconteceu no Instituto Helena Greco de Direitos
Humanos e Cidadania.
Belo Horizonte, 29 de outubro de 2022
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania
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sexta-feira, 28 de outubro de 2022
CINEMA COMENTADO | EXIBIÇÃO DO FILME "A COROA DO LEÃO"
HUMAITÁ CONVIDA
CINEMA COMENTADO
COM KAREN MARACATU LEÃO COROADO
FILME: A COROA DO LEÃO
Dia
28/10/2022, sexta-feira, às 19h
Local:
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania
-
Rua Hermilo Alves, 290, Bairro Santa Tereza – BH/MG
R$10,00 para quem se inscreveu nas
oficinas da Karen
R$ 20,00 para quem não se inscreveu
Os
valores serão revertidos em despesas de passagens e oficinas da Karen.
Atividade
realizada pela Humaitá em parceria com Associação Cultural Quilombo Vela no Breu,
com apoio do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
----------------------
”O Cine Humaitá orgulhosamente
apresenta o filme ‘A Coroa do Leão’ numa sessão comentada com a presença mais
que especial da @karen4guiar_ 🦁
O filme conta um pouco sobre a
salvaguarda do Maracatu Leão Coroado, de 1863. A duração é de 40 min e depois é
bate papo! Ah!! A pipoca é liberada!(...)”
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sábado, 22 de outubro de 2022
LANÇAMENTO DA PRÉ-VENDA DO LIVRO SABERES DOS MATOS PATAXÓ
Nesta
semana, dia 21 de outubro, foi aberta a campanha de pré-venda do livro Saberes dos Matos Pataxó de autoria de
Japira Pataxó, pajé e liderança da Aldeia Pataxó Novos Guerreiros (Porto
Seguro/BA). A campanha foi lançada na mesma semana em que mestra Japira recebeu
o título de Doutora por Notório Saber em Educação pela UFMG.
Japira
nasceu na Aldeia Pataxó Barra Velha. Ao longo de sua vida participou de
diversas retomadas e importantes mobilizações Pataxó. Sua aldeia, Novos
Guerreiros, é fruto de luta coletiva que teve como principais lideranças ela e
seu falecido esposo, Jonga. Na sua comunidade desempenha o papel de pajé e
professora dos saberes curativos, históricos e cosmológicos de seu povo.
O
livro apresenta à leitora e ao leitor um percurso pelos ambientes das terras Pataxó:
o quintal, a restinga, o brejo, a capoeira e a Mata Atlântica. Cada capítulo da
obra apresenta as plantas e animais desses ambientes, bem como histórias de sua
vida e de seu povo. Parte dos livros será destinada às escolas indígenas Pataxó,
para isso a campanha conta com uma opção de colaboração para que mais livros
possam chegar aos territórios Pataxó.
A
obra conta com prefácio escrito por Edson Kayapó, militante indígena e doutor
em Educação e posfácio dos organizadores da obra Ana
Boross Queiroga Belizário, pesquisadora da área da saúde, e Victor André
Martins Miranda, especialista em Saúde Coletiva e membro do Instituto Helena
Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG. A publicação é
uma colaboração da Editora Teia dos Povos e da Revista Piseagrama.
Belo Horizonte, 22 de outubro de 2022
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
-
ACESSE:
https://teiadospovos.org/editora-da-teia-dos-povos/
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sábado, 3 de setembro de 2022
ESCALADA DA MATANÇA PERPETRADA PELA POLÍCIA MILITAR/MG
A polícia deste país é considerada uma das mais letais do mundo. Esta letalidade
sistêmica se caracteriza pelo racismo estrutural, a misoginia, o ódio à
diversidade e aos Direitos Humanos. Trata-se de uma polícia que persegue,
subjuga, tortura, prende e mata negras/os, trabalhadoras/es, periféricas/os todos os dias. Ela está aí para proteger os
ricos e conter as/os pobres do campo e da cidade - braço armado do capital e do
Estado. Tem no prontuário o genocídio institucional do Povo Negro e dos Povos Indígenas.
Estes
massacres são tão frequentes que se banalizaram e se naturalizaram. O excludente de ilicitude (direito de
torturar e matar) constitui a essência da repressão policial, sobretudo no
governo fascista Bolsonaro (PL)/Mourão (Republicanos).
A polícia
militar (PMMG) do governo Zema (partido Novo) – um dos mais privatistas e bolsonaristas
de todos – é useira e vezeira deste protocolo.
No dia 16 de julho deste ano, o jovem negro Marcos Vinícius Vieira Couto (29
anos) foi executado à queima roupa com três tiros pelo sargento PM Rodrigo
Figueiredo Gomes, na Vila Barraginha, em Contagem, Região Metropolitana de Belo
Horizonte. No dia 19 de agosto, o adolescente Pedro Henrique Costa (15 anos) foi
executado com cinco tiros por um tenente e um cabo PM na Vila Embaúbas, Região
Oeste de Belo Horizonte. No dia 22 de agosto, um homem foi abatido a tiros pela
PMMG na região Centro-sul da cidade. Seu nome não foi divulgado. No dia 30 de
agosto, a PMMG executou com dois tiros Gleisson Sedinez da Silva (37 anos) no
Aglomerado Cabana do Pai Tomás, também na Região Oeste. Os nomes dos assassinos
de Pedro Henrique e Gleisson não foram revelados. São todos do 5º Batalhão da
Polícia Militar.
O
comando da PMMG não só justificou estas execuções, como as considerou bem
sucedidas. Seu argumento – baseado na arraigada cultura do confronto e do
extermínio - é o mesmo brandido pelo aparato repressivo em todo o país: o
famigerado auto de resistência. Sempre
com a cobertura do tal excludente de
ilicitude. Estes não são fatos isolados: trata-se de prática sistemática da
PMMG sustentada por cadeia de comando. Além dos policiais assassinos, a PMMG e
o governo Zema são os responsáveis por tudo isto. Durante a Greve pelo piso
salarial das/os Trabalhadoras/es em Educação, o Governador Romeu Zema utilizou
ferozmente a polícia militar.
As
comunidades onde ocorreram estes massacres continuam a ser barbarizadas pela
PMMG – sofrem cerco e ameaças constantes. Suas/seus moradoras/es estão
mobilizadas/os em manifestações permanentes para denunciar o cotidiano de
violência policial a que são submetidas/os. As/os familiares, amigas/as e
companheiras/os de Marcos Vinícius Vieira Couto, Pedro Henrique Costa e Gleisson
Sedinez da Silva têm nossa solidariedade incondicional, extensiva a todas/os
moradoras/es das comunidades.
PELO FIM DAS INVASÕES POLICIAIS NOS
MORROS, VILAS, FAVELAS E OCUPAÇÕES!
PELO DESMANTELAMENTO DO APARATO
REPRESSIVO! NÃO ACABOU, TEM QUE ACABAR...!
FORA ZEMA! BOLSONARISMO NUNCA MAIS!
TODA SOLIDARIEDADE ÀS COMUNIDADES NOVA
BARRAGINHA E CABANA!
MARCOS VINÍCIUS VIEIRA COUTO:
PRESENTE!
PEDRO HENRIQUE COSTA: PRESENTE!
GLEISSON SEDINEZ DA SILVA: PRESENTE!
Belo Horizonte, 03
de setembro de 2022
Instituto Helena
Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
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