"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68

R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, CEP: 31010-070 - Belo Horizonte/MG (Ônibus: 9103, 9210 - Metrô: Estação Sta. Efigênia). Contato: institutohelenagreco@gmail.com

Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.

segunda-feira, 20 de maio de 2024

★ ZONA LESTE UNDERGROUND - 3ª Edição

★ DATA: Sábado, dia 01/06/2024 - de 15:00 às 21:00 horas;
★LOCAL/ENDEREÇO: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - Rua Hermilo Alves, 290, Santa Tereza - Belo Horizonte/MG.
★ ESPAÇO SUJEITO A LOTAÇÃO:
• ANTECIPADO:
 R$ 15,00 (pagamento via PIX)
- CHAVE:

 (31) 9 7365 - 4616 (Casa de Angola)

* Confirmar o pagamento do PIX (enviar comprovante pelo WhatsApp).

• PORTARIA: R$ 20,00
- Evento sem fins lucrativos - a contribuição da entrada será revertida para os gastos com o deslocamento das bandas, para manutenção do espaço, equipamentos, etc.
★ PROGRAMAÇÃO:
★ 15:00 HORAS - ABERTURA DO ESPAÇO:
- VENDA DE COMIDA VEG pela Casa de Angola - cumbucas, salgado, refresco de Banchá com limão, refrigerantes , água mineral.
- VENDA DE CERVEJAS (Latão).
- FEIRINHA UNDERGROUND - discos, camisetas, bótons, livros, zines, materiais diversos.
★ 17:00 HORAS - APRESENTAÇÃO DAS BANDAS:

• DISCHAVIZER (hardcore crust, São Paulo/SP) “Mini Tour MG” @dischavizer

• PENÚRIA (Anarchist Black Metal, Divinópolis/MG) “Iconoclasta Mini Tour 2024”, lançando a tape "O Apogeu da Tragédia" @penuria_blackmetal

• OxDxD (hardcore, Betim/MG)

• OGUM (thrash metal, Belo Horizonte/MG) @ogum.thrashmetal

★ ORGANIZAÇÃO (PARCERIA):
@institutohelenagreco - BH/MG
@kasa.soul - Divinópolis/MG
@nofuture.distro - Divinópolis/MG

@metalpunkoverkill - BH/MG

@casaangola - BH/MG
★ PRESERVE O ESPAÇO: CUIDE DE TUDO E DE TODES/AS/OS AO SEU REDOR!

*nazi/fascistas, ancaps, racistas, machistas, lgbtqiapn+fóbicos:
NÃO PASSARÃO!

sábado, 18 de maio de 2024

★ UNDERGROUND PELA LIBERDADE ★ 60 ANOS DE RESISTÊNCIA E REPÚDIO À DITADURA MILITAR!

“METALPUNK OVERKILL, INSTITUTO HELENA GRECO E AFROHEADBANGER APRESENTAM:

*UNDERGROUND PELA LIBERDADE.*
60 ANOS DE RESISTÊNCIA E REPÚDIO À DITADURA MILITAR

Neste abril de 2024 relembramos que há 6 décadas atrás era deflagrado o golpe militar fascista no Brasil. A ditadura militar, durante mais de 30 anos, aprofundou a exploração da classe trabalhadora, perseguiu movimentos sociais, sequestrou, torturou e assassinou lutadores e lutadoras do povo brasileiro que se colocaram em luta contra o regime nefasto e reacionário. Isso sem falar no apagamento cultural afro-indígena, no genocídio em massa dos povos originários e populações do campo, ampla censura nos meios de comunicação, proibição de associações e sindicatos e fechamento das poucas e frágeis instituições da democracia burguesa.

A luta continua, pois os resquícios dessa mesma ditadura ainda perduram, seja na polícia militar repressora, na impunidade dos generais e cúmplices dos crimes desse regime autoritário, e infelizmente em setores da política institucional que defendem e evocam o retorno deste regime maldito.
Entendemos que denunciar essa memória maldita e combater as heranças da ditadura é fundamental para a reparação histórica e é CENTRAL para extirpar o neo-fascismo do cotidiano brasileiro. Sem "perdão" e "anistia" para torturadores e golpistas!

O underground sempre será um espaço de resistência, e para demarcar essa pauta e contribuir com esse diálogo na sociedade, vamos realizar um encontro sonoro e cultural, em um dos espaços mais importantes para a luta por memória, verdade e justiça de BH, com shows, feira independente e espaços de debate.

Junte-se a nós nesse sábado ANTIFASCISTA de arte e luta.

BANDAS:

*Manger Cadavre* (SJC - SP)

*Tumor* (BH)

*Kaos Attack* (Divinópolis)

SÁBADO, 18/05, 16H

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza - BH/MG

Contribuição 20 reais.

Ingressos limitados e somente na porta, devido ao limite de lotação do local.

PARA QUE NUNCA SE ESQUEÇA

PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA.”

FONTE/ACESSE: https://www.instagram.com/p/C6PRbmZAEvr/










★ UNDERGROUND PELA LIBERDADE ★ 60 ANOS DE RESISTÊNCIA E REPÚDIO À DITADURA MILITAR! 

Comida Veg + Feirinha Underground + Movimentos Sociais + Bandas + Solidariedade à população do Rio Grande do Sul 

DATA: Sábado, dia 18/05/2024 – de 16:00 às 22H; 

LOCAL/ENDEREÇO: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – Belo Horizonte/MG; 

CONTRIBUIÇÃO: R$ 20 (somente na portaria – sujeito à lotação); 

*Evento sem fins lucrativos – a arrecadação será destinada para o deslocamento das bandas, a manutenção do espaço, equipamentos, etc. 

★ 16H: ABERTURA DO ESPAÇO 

* Venda de Comida Veg e não alcoólicos pela Casa de Angola: 

- Cumbucas (Feijoada e Seitan); 

- Salgado (Esfirra);

- Refresco de Banchá com limão; 

- Refrigerantes; 

- Água Mineral. 

*Venda de Cervejas pelo coletivo Metalpunk Overkill 

★ 18H30: APRESENTAÇÃO DAS BANDAS: 

Manger Cadavre? (São José dos Campos/SP);

Tumor (Belo Horizonte/MG);

Kaos Attack (Belo Horizonte e Divinópolis/MG).

★Coleta de doções para os atingidos pelas enchentes e pelo negacionismoclimático no Rio Grande do Sul – roupas, itens de higiene e limpeza.

ABAIXO A DITADURA!

DITADURA NUNCA MAIS!

TORTURA NUNCA MAIS!

PARA QUE NUNCA SE ESQUEÇA, PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA!

PELO DIREITO À MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA!

*nazi/fascistas, ancaps, racistas, machistas, lgbtqiapn+fóbicos: NÃO PASSARÃO!

domingo, 5 de maio de 2024

★ RODA DE CONVERSA SOBRE O CURTA ‘MAIO, NOSSO MAIO’

Realizado, na segunda-feira, dia 29/04/2024, na FAFICH/UFMG, o debate sobre o curta-metragem ‘Maio, Nosso Maio’. A roda de conversa, em homenagem ao Dia Internacional de Luta das/os Trabalhadoras/es, foi organizada pelo Laboratório de Estudos sobre Trabalho, Cárcere e Direitos Humanos (LabTrab) e pelo Centro Acadêmico de Psicologia da UFMG.

Além das/os estudantes, trabalhadoras/es em Educação e trabalhadoras/es de várias categorias, estiveram presentes: Bizoca, profa. aposentada da rede municipal/BH, doutora em História pela UFMG e membra do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG; Fernanda Luiza Freitas, TAE assistente de administração desde 2016, estudante do 4º período de Psicologia e sindicalizada no SINDIFES; Marcinha, foi trabalhadora terceirizada na cantina do ICEX por 7 anos e se tornou vendedora ambulante após o governo encerrar seu contrato. Atualmente, é integrante da AVAAU e luta pela presença de ambulantes na UFMG; Matheus Silva de Oliveira, estudante de Psicologia da UFMG, extensionista do LabTrab e do NECTRAMA e constrói a gestão do CAPsi.

“GREVE NÃO É FÉRIAS, GREVE É FORMAÇÃO!

Vamos construir essa luta unides!”





Belo Horizonte, 05 de maio de 2024

Notícia: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG

Fotos: Guilherme Cardoso



sexta-feira, 3 de maio de 2024

★ 60 ANOS DO GOLPE DE 64: NEM ESQUECIMENTO, NEM CONCILIAÇÃO!

Ato realizado no dia 27/04/2024, de 12:00 às 22h, no Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG.

O ato foi organizado pelo Comitê de Apoio ao Jornal A Nova Democracia, Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB/SL-BH), Associação Cultural José Martí/MG, Fórum Mineiro de Saúde Mental e Casa de Angola (Capoeira Angola/Cozinha Veg).

Na abertura do espaço houve venda de Comida Veg. Em seguida, começou a mesa de debates com o hino revolucionário A Internacional - cantado por todes/as/os. Os participantes da mesa, coordenada por Bizoca (Instituto Helena Greco), foram: Douglas Krenak – liderança indígena, seus parentes foram presos e torturados no Reformatório Krenak (Resplendor/MG), campo de concentração étnico criado pela ditadura, juntamente com a Fazenda Guarani (Carmésia/MG); Diva Moreira – militante histórica do movimento negro, familiar de preso político na ditadura, uma das fundadoras do Movimento Feminino pela Anistia (MFPA/MG) em 1977; Valéria Costa Couto - irmã de Walquíria Afonso Costa, guerrilheira do Araguaia assassinada pela ditadura, desaparecida em 1974; Francisco Neres – ex-preso político em Linhares, Juiz de Fora/MG, membro da Comissão da Verdade dos Trabalhadores (COVET/MG); Gildásio Cosenza - ex-preso político, membro da Comissão da Verdade dos Trabalhadores (COVET/MG); Nilson – chargista mineiro militante da luta contra a ditadura; Miriam Abou-yd – Fórum Mineiro de Saúde Mental; Batista – Comitê de Apoio ao Jornal AND; João Pedro Moraleida - AGB/SL-BH; Zé Vieira - Associação Cultural José Martí/MG.

Foi lançado o jornal AGB e Lutas: O que resta da ditadura? Houve participação da companheira Edelvais (Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino) que leu poema de uma criança palestina. Severino e Renata, do Boi Rosado, também declamaram poemas.

Após a mesa apresentaram-se Ajotamina – MPB; Trem Doido – progressive avant-garde; Sem Meia Verdade – RAP.

ABAIXO A DITADURA!

PELO DIREITO À MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA!



































03 de maio de 2024

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG



quarta-feira, 1 de maio de 2024

★ 1º DE MAIO DE 2024: DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA!

Vivemos nos tempos sombrios de consolidação do ultraliberalismo cujo verdadeiro nome é totalitarismo de mercado. A política econômica do governo federal segue à risca a sua cartilha. O tal arcabouço fiscal aprovado tem a mesma lógica do famigerado teto de gastos que propôs substituir. Trata-se da escalada do privatismo sistêmico, da uberização da força de trabalho, do arrocho salarial. A greve das/dos trabalhadoras/es das universidades e institutos técnicos federais desvela o desmonte da educação pública em curso: o governo oferece 0% de reajuste. Não há perspectiva alguma de negociação.

Fazem parte deste cenário o desmonte escancarado também das políticas públicas de saúde, moradia, transporte, saneamento. As contrarreformas fiscal, trabalhista e previdenciária permanecem em vigor. O infame Novo Ensino Médio coloca em risco a categoria das/dos Trabalhadoras/es em Educação e a própria Educação enquanto tal.

Vivemos no país de maior concentração de renda e desigualdade social do mundo. Enquanto os super ricos auferem os maiores lucros do planeta, a maioria da população se equilibra no limiar da linha de miséria e da insegurança alimentar. Mais da metade da força de trabalho está na informalidade. Recebe salários de fome. Aviltamento das condições de vida e trabalho semelhante à escravidão são práticas rotineiras.

Em Minas Gerais, o governador bolsonarista/fascista Romeu Zema (Partido Novo) leva esta política de destruição às máximas consequências. Tem como método de governo dar fim aos serviços públicos. A deletéria privatização do Metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte desencadeou a escalada de sua sanha privatista. Centenas de trabalhadoras/es foram demitidas/os. Agora ele partiu para cima da COPASA, CEMIG, GASMIG, CODEMIG e CODEMGE.  Zema  sequestrou os recursos do FUNDEB e interditou o Piso Salarial Nacional da Educação (direito constitucional). A rede estadual de educação está devastada. As/os Trabalhadoras/es em Educação  têm os piores salários do país. As Auxiliares de Serviço recebem 900 reais por mês por 30 horas semanais.

Por sua vez, o prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD) está igualmente determinado a precarizar e privatizar sem limites as redes municipais de educação e de saúde. Belo Horizonte tem o pior e mais caro sistema de transporte público (¿) do país. O projeto ecocida de construção da pista de stock car na Pampulha já provocou o assassinato de centenas de árvores centenárias em toda a cidade. Os efeitos deste empreendimento absurdo podem ser irreversíveis em todos os níveis: qualidade de vida, meio ambiente, biodiversidade, segurança sanitária. Fica ainda mais evidente que são as grandes empreiteiras e os rentistas que traçam a política urbana. Esta tem na sua essência os mais extremos privatismo, higienismo e segregacionismo.

A luta da classe trabalhadora contra o totalitarismo de mercado, portanto é estrutural e permanente. Este projeto de destruição e morte atinge mais o Povo Negro, os Povos Indígenas, as populações periféricas e faveladas. As mulheres negras são triplamente exploradas – opressão de gênero, de raça e de classe. A polícia mais letal do mundo mata trabalhadores todo dia – negros e periféricos sobretudo. As lutas da classe trabalhadora na cidade, no campo e na floresta são criminalizadas e reprimidas. Aumenta exponencialmente a violência do Estado, do agronegócio, das empresas mineradoras, das empreiteiras contra os movimentos que lutam pelo direito à terra para quem nela vive e trabalha e pelo direito originário à terra dos Povos Indígenas. 

Neste 1º de Maio reafirmamos a necessidade de resgatar a ancestralidade combativa e libertária da classe trabalhadora. Prestamos tributo à luta plurissecular do Povo Negro e dos Povos Indígenas contra o colonialismo racista e escravocrata. Prestamos tributo à luta secular da classe operária, alvo das investidas do totalitarismo de mercado. Este procura destruir todas as conquistas da classe trabalhadora desde o início do século passado. Neste país, a tentativa de destruição da memória desta luta é matéria de longa duração.

VIVA A LUTA INDEPENDENTE E COMBATIVA DA CLASSE TRABALHADORA!

VIVA A GREVE DAS/DOS TRABALHADORAS/ES DAS UNIVERSIDADES E INSTITUTOS TÉCNICOS FEDERAIS!

PELA REVOGAÇÃO DAS CONTRARREFORMAS NECROLIBERAIS (TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA)!

NÃO AO ARCABOUÇO FISCAL!

ABAIXO O NOVO ENSINO MÉDIO!

ABAIXO AS PRIVATIZAÇÕES!

ABAIXO O TERRORISMO DE ESTADO E DO CAPITAL!

PALESTINA LIVRE, DO RIO AO MAR!

Belo Horizonte, 1º de Maio de 2024

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG