- Avenida Prudente de Morais, 444, Cidade Jardim - BH/MG
*Aberto ao público externo.
"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68
R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, CEP: 31010-070 - Belo Horizonte/MG (Ônibus: 9103, 9210 - Metrô: Estação Sta. Efigênia). Contato: institutohelenagreco@gmail.com
Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
No
dia 03/01/26, os EUA bombardearam a Venezuela e sequestraram o presidente
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Estes encontram-se agora presos em
Nova York onde serão julgados de forma espúria por um tribunal federal pela falaciosa
acusação de “narcoterrorismo”.
As
recentes agressões de Trump contra a Venezuela começaram em setembro/25, com a militarização
do mar do Caribe: navios petroleiros pirateados, 23 embarcações destruídas - mais
de 100 pessoas mortas.
É
esta a ‘Nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA’, de 05/12/2025 -
repaginação da Doutrina Monroe (1823): ‘’A América para os americanos’’. A este
arcabouço estratégico do imperialismo estadunidense foi agregado o ‘Corolário
Trump’, a anexação da América Latina e do Caribe à sua esfera exclusiva de influência.
A Venezuela é o primeiro alvo por ter a maior reserva de petróleo do mundo.
Também pela sua importância estratégica no continente.
Os
EUA são o maior Estado terrorista do planeta. São responsáveis pelo genocídio
em curso do Povo Palestino – junto com o Estado nazissionista de Israel. O
imperialismo estadunidense atuou diretamente em todas as ditaduras sangrentas
que se instalaram no cone sul da América Latina a partir da década de 1950.
Participou da Operação Condor, a internacional do terrorismo articulada por
estas ditaduras na década de 1970. Criou a Escola das Américas, em 1946, para ensinar
tecnologias de repressão e tortura para as forças armadas e policiais do
continente.
A
novidade infame é a invasão militar à Venezuela, com o sequestro de um
presidente e sua esposa. Mais uma vez, assistimos à narrativa calhorda da
imprensa corporativa, à inoperância da ONU e da maioria dos estados nacionais
do ocidente – inclusive do Brasil.
Nosso
total repúdio a este ataque terrorista e nossa solidariedade incondicional ao
povo venezuelano. Esta é uma luta internacionalista, anti-imperialista e
anticapitalista. É a mobilização da classe trabalhadora e dos movimentos
sociais que poderá dar um basta às investidas da necropolítica estadunidense.
Belo Horizonte, 5 de janeiro de 2026
Instituto Helena Greco de Direitos
Humanos e Cidadania - BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
A
Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU é de 1948. Depois vieram mais
pactos e convenções - pressão da classe trabalhadora e dos movimentos sociais.
Em 77 anos, contudo, as violações dos Direitos Humanos foram gigantescas.
Dois
eventos de 1948 mostram a ineficácia da Declaração: o apartheid sul africano
(1948-1994) e a criação pela ONU do Estado colonial nazissionista de Israel. Há
77 anos começou o genocídio continuado do Povo Palestino na Faixa de Gaza e na
Cisjordânia. O imobilismo da ONU e o imperialismo (EUA e Europa) respaldam
estes dois eventos.
O
Brasil é campeão mundial em violações dos Direitos Humanos. Tem a maior
desigualdade social do mundo. Tem a terceira maior população carcerária. Tem
mais casos de trabalho escravizado. É campeão em violência de gênero,
feminicídios, estupros, gravidez de crianças e adolescentes, transfeminicídios
e violência contra LGBTQIAPN+.
A
tortura e o desaparecimento forçado são institucionais - legados da ditadura
militar (1964-1985). A polícia é a mais letal do planeta. As chacinas são
política de Estado. Daí a normalização de mais de 130 execuções em 24 horas
(Complexos da Penha e do Alemão, Rio de Janeiro, 28/10). Há racismo e genocídio
institucional do Povo Negro e dos Povos Indígenas. Nada de reparação pelos
350 anos de escravização, 525 anos de opressão e 21 anos de ditadura militar.
A
luta pelos Direitos Humanos é antifascista, antirracista, anticolonial,
feminista, anticapitalista. É luta contra o terrorismo de Estado - a
necropolítica é a essência do capitalismo.
Saudamos
os mais de oito meses do Memorial dos Direitos Humanos (antigo DOPS/MG e
DOI-CODI) ocupado pelos movimentos sociais - lugar de luta permanente por
memória, verdade e justiça. Total repúdio ao governo fascista Zema/Simões que
criminaliza a ocupação, quer fazer despejo violento e fechar o Memorial para
sempre.
No
capitalismo não há direitos humanos.
Pelo
fim do genocídio do povo palestino, do povo negro e dos povos indígenas!
Pelo
fim da violência policial!
Por
memória, verdade e justiça!
BH, 10/12/25
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania:
22
anos de luta!
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
DATA: Sábado, 06 de dezembro de 2025
HORÁRIO: de 10:00 às 12:00 horas
📍LOCAL/ENDEREÇO: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – Rua Hermilo Alves, 290, Santa Tereza - Belo Horizonte/MG
★ LEITURA PARA DEBATE:
REIS, Diego dos Santos; STANCHI, Malu. As chacinas como tecnologia de governo no Brasil. InSURgência: revista de direitos e movimentos sociais, Brasília, Pré-publicação, p. 1-20, 2025.
Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/insurgencia/article/view/49524/43039
- Solicitamos a todes,
todas e todos que venham com o texto lido em mãos.
- O link com o texto está disponível no story do instagram, no Facebook e em nosso blog. Pode também ser solicitado por mensagem.
- O horário do encontro é de 10:00 às 12:00 horas. Cheguem no horário - aguardaremos a chegada dos participantes até às 10h15. O encontro poderá se estender após as 12h.
- Serão emitidos certificados para participantes, que devem ser solicitados com antecedência.
★ INFORMAÇÕES:
https://www.facebook.com/institutohelenagreco/
institutohelenagreco.blogspot.com/
*10 DE DEZEMBRO: DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS.
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania: 22 anos de luta contra o terrorismo de Estado e do capital.
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
🗓️ SÁBADO, DIA 29/11/2025 - DE 15:00 ÀS 22H
📍 LOCAL: Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - Rua Hermilo Alves, 290, Santa Tereza - Belo Horizonte/MG
• ENTRADA SOLIDÁRIA: item de material de limpeza para o espaço.
PROGRAMAÇÃO:
15H -
ABERTURA DO ESPAÇO:
• RANGO
VEGANO - feijoada veg, seitan, harumaki,
refresco de banchá etc
• FEIRINHA UNDERGROUND - discos, camisetas, livros, zines, artes gráficas, artesanato, acessórios, materiais das bandas, editoras, selos, distros e movimentos sociais
16H30 - APRESENTAÇÃO DAS BANDAS:
• INFECÇÃO AGUDA (@infeccao_aguda) - Hardcore D-beat - Manaus/Amazonas
• DESESPERO - Crust/Hardcore punk - Ribeirão das Neves/MG
• DESISTÊNCIA ZERO (@desistenciazero.bhhc) - Hardcore - BH/MG
• VIOLENCITY (@violencity_speed_thrashmetal) - Speed Thrash Metal - BH/MG
• BASTARDOS HXCX (@bastardoshxcx) - Hardcore - BH/MG
REALIZAÇÃO:
PRESERVE O ESPAÇO: CUIDE DE TUDO E DE TODES AO SEU REDOR!
*Nazi/fascistas, ancaps: NÃO PASSARÃO!
Sem lugar para racismo, machismo e lgbtqiapn+fobia!
★VELADA LIBERTÁRIA – INSTITUTO HELENA GRECO:
Desde 2009 é realizada anualmente de forma autogestionária e independente com relação ao Estado, aos governos, às empresas e à institucionalidade. Encontro de som underground e das lutas sociais – plural e diverso - de unidade Antifascista e Anticapitalista.
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
O governador
fascista e genocida Cláudio Castro (PL) perpetrou a mais letal chacina da história
do Rio de Janeiro na maior operação montada para este fim. Foram executados mais
de 130 moradores do Complexo da Penha (28/10).
Os
Complexos da Penha e do Alemão foram atacados por 2500 policiais militares e
civis com todo o seu aparato bélico. O estado nazissionista de Israel é o
principal fornecedor das armas utilizadas. É beneficiário do escabroso
orçamento da segurança pública do Rio de Janeiro – 19 bilhões anuais.
Dezenas
de corpos ficaram estendidos numa praça da comunidade. Foram resgatados na mata
por familiares e amigos. Por isto estes foram ameaçados com processo criminal pelo
também genocida Felipe Curi, secretário estadual de polícia civil. Os mortos foram
considerados bandidos, antes de
qualquer identificação. São os inimigos internos a serem eliminados –
repaginação da Doutrina de Segurança Nacional, herança da ditadura militar.
O
horror é normalizado em nome da guerra às
drogas. O governo federal compactua em nome do combate ao crime organizado:
declarou apoio de primeira hora ao governador genocida, se apressou em
promulgar uma lei de proteção aos policiais. Não houve gesto de solidariedade
às vítimas da chacina e a seus familiares. A imprensa corporativa reproduz a
narrativa do poder hegemônico e de seu aparato repressivo.
Cláudio
Castro é entusiasta de matanças generalizadas. Para ele esta operação sangrenta
é um sucesso. É responsável pelas chacinas de 890 pessoas desde o início de seu
governo (2021) – pretas, pobres e faveladas. Repudiamos este governo fascista e
genocida. Manifestamos solidariedade incondicional aos familiares e amigos das
vítimas. Apoiamos fortemente a resistência das comunidades atingidas, em
permanente mobilização contra o terrorismo de Estado.
ABAIXO A NECROPOLÍTICA DE CLÁUDIO
CASTRO!
PELO FIM DAS OPERAÇÕES POLICIAIS NAS
COMUNIDADES!
PELO FIM DO GENOCÍDIO DO POVO NEGRO!
PELO DESMANTELAMENTO DO APARATO REPRESSIVO!
Belo Horizonte, 31 de outubro de 2025
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
Forte
pressão popular pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita obrigou a ditadura
militar (1964-1985) a pautar a questão. Foi imposta, então, uma lei de anistia
parcial e restrita – a lei 6683, de 28 de agosto de 1979. Com ela a ditadura
garantiu sua autoanistia. Os opositores do regime não foram todos anistiados.
Houve anistia total e automática só para os agentes do Estado que sequestraram,
prenderam, torturaram, estupraram, assassinaram, esquartejaram e desapareceram corpos.
Tornaram-se inimputáveis policiais e militares que perpetraram crimes contra a humanidade,
assim como empresas, patrões e latifundiários cúmplices destes crimes.
A
autoanistia da ditadura foi rejeitada pelo movimento pela Anistia Ampla, Geral
e Irrestrita. Este teve como protagonistas os familiares de mortos e desaparecidos políticos, o Movimento
Feminino pela Anistia (MFPA), os Comitês Brasileiros pela Anistia (CBAs), os presos
políticos, os exilados e banidos. Teve caráter de massa: houve grande
mobilização da classe trabalhadora, do movimento negro, do movimento estudantil,
de religiosos progressistas e demais movimentos populares.
Tivemos avanços ao longo destes 40 anos (1985-2025)
de transição política pactuada e sem ruptura. Avanços, contudo, pontuais -
alguns mais, outros menos significativos. Todos são resultados de muita luta. Exatamente
neste 28 de agosto, em Belo Horizonte, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos faz a entrega
das certidões de óbito retificadas a familiares de mortos e desaparecidos. Nelas o Estado assume a
responsabilidade pelas mortes e desaparecimentos
- algo relevante, embora simbólico e tardio. Trata-se de árdua conquista da
luta quinquagenária e transgeracional dos familiares, referência de combatividade
e tenacidade para todos nós.
As questões cruciais do legado da ditadura ainda
incrustado no Estado, no entanto, não foram sequer tangenciadas. Hoje
constituem a essência da luta pelos Direitos Humanos e por Memória,
Verdade e Justiça, a qual continua a rejeitar a anistia parcial imposta pela
ditadura. Continua também a reafirmar os princípios da Anistia Ampla, Geral e
Irrestrita, os quais continuam valendo: a abertura irrestrita dos arquivos da
ditadura; a resolução da questão dos mortos e desaparecidos; o desmantelamento do aparato repressivo. E ainda: a
responsabilização de agentes da repressão, empresários e latifundiários que
participaram da ditadura. O Estado brasileiro não cumpriu sequer a sentença do
processo de desaparecimento forçado dos guerrilheiros do Araguaia, transitado
em julgado em 2003. Tampouco acatou a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou
o Brasil por este crime em 2010.
É
preciso também completar a lista de mortos e desaparecidos acrescentando os nomes dos milhares de indígenas,
quilombolas, trabalhadores do campo e vítimas da violência policial – sobretudo
negros, periféricos e pobres. A tortura, o
extermínio e o desaparecimento forçado continuam sistêmicos. O Brasil tem a
polícia mais letal do mundo. Pratica a guerra generalizada contra os pobres e o
encarceramento em massa. É o país das chacinas periódicas e do genocídio
institucional do Povo Negro e dos Povos Indígenas. A chacina dos trabalhadores
sem terra de Corumbiara completou 30 anos neste mês de agosto, sem qualquer
solução. O país é campeão mundial em transfeminicídio e em violência de gênero.
Assim,
não estamos aqui a comemorar a lei de anistia parcial e restrita. Estamos a
resgatar a luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita e a luta permanente
contra o terrorismo de Estado. Estamos também a comemorar a novidade
alvissareira dos quase cinco meses do Memorial dos Direitos Humanos (antiga
sede do DOPS/MG e do DOI-CODI) ocupado pelos movimentos sociais desde 1º de
abril – dia de repúdio aos 61 anos do golpe militar. Este Memorial está sendo
construído na prática como lugar de memória, de resistência e de consciência. É
território de denúncia permanente dos crimes da ditadura e do terrorismo de
Estado – um Memorial contra o esquecimento.
Todas
estas lutas são estruturais. Elas compõem o tributo que devemos às companheiras
e companheiros que tombaram na luta contra a ditadura. Elas e eles estão
presentes hoje e sempre! Toda nossa solidariedade às vítimas do terrorismo de
Estado e do capital!
PELO DIREITO À MEMÓRIA, À VERDADE E À
JUSTIÇA!
Belo Horizonte, 28 de agosto de 2025
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania - BH/MG
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
Convidamos para o
lançamento do livro "Cemflores:
poéticas políticas em BH nos anos 80" de Clara Albinati, pela editora
Fino Traço, com apoio da LMIC.
O livro busca
recuperar a memória do coletivo Cemflores, formado por "trabalhadores em
arte", como se denominaram. O grupo nasceu no seio do Movimento Estudantil
e atuou no cenário da contracultura belorizontina nos anos 80, durante a
abertura democrática, levando poesia para as greves e atos pela anistia.
Durante o lançamento haverá recitais de poesia com os coletivos Cemflores e Fahrenheit 451; performance teatral com Ana Gusmão e direção de Rita Clemente; e apresentações musicais com Duzão Mortimer, The Night Glamour e Divergência Socialista.
O lançamento será no Instituto Helena Greco, entidade colaboradora da pesquisa. Conta ainda com o apoio do Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino, Associação Cultural José Martí/MG, Sind-REDE/BH, Marreta e coletivo Metalpunk Overkill.
Também teremos
comida vegana à venda pela Casa de Angola: cumbucas de 500g (feijoada ou seitan)
e harumaki de abóbora (rolinho primavera).
24 de maio de
2025, sábado, 18h
📍 Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e
Cidadania
- Rua Hermilo
Alves, 290, Santa Tereza - BH/MG
Entrada gratuita
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
LANÇAMENTO E RODA DE CONVERSA COM
AUTORAS E AUTORES
Livro ➡️
Educação em Direitos Humanos em Minas Gerais: desafios e
proposições.
Local: Instituto Helena Greco de
Direitos Humanos e Cidadania - Rua Hermilo Alves, 290, bairro Santa Tereza - BH/MG.
17 de maio de 2025, sábado, 10h.
Vem conversar conosco sobre Direitos
Humanos e Educação! 😉
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.
Em pouco mais de um mês, a ocupação do Memorial dos Direitos
Humanos (antiga sede do DOPS) abriu o espaço para o povo, com a realização de
visitas guiadas, exibição de filmes, debates, shows e várias outras atividades
políticas e culturais.
Porém, o governo Zema segue sem negociar com os
movimentos sociais e impõe forte cerco policial ao prédio, impedindo a livre
circulação de pessoas. Por isso, convidamos todas as centrais sindicais,
sindicatos e demais movimentos sociais e populares para uma reunião em apoio à
ocupação, nesta sexta (9/5), às 18h, no Instituto Helena Greco de Direitos
Humanos e Cidadania (R. Hermilo Alves, 290, Sta. Tereza - BH/MG).
Participe e fortaleça a luta por memória, verdade,
justiça e reparação! O apoio de todos é fundamental para que o Memorial se
mantenha aberto.
★ institutohelenagreco@gmail.com ★ Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.