"Estamos aqui pela Humanidade!" Comuna de Paris, 1871 - "Sejamos realistas, exijamos o impossível." Maio de 68

R. Hermilo Alves, 290, Santa Tereza, CEP: 31010-070 - Belo Horizonte/MG (Ônibus: 9103, 9210 - Metrô: Estação Sta. Efigênia). Contato: institutohelenagreco@gmail.com

Reuniões abertas aos sábados, às 16H - militância desde 2003.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

REALIZADO O ATO CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO

Fotos: Coletivo Avorada

Realizado, na manhã de 07 de setembro de 2020, na Pça da Bandeira/BH, o Ato contra a violência do Estado - "Independência é liberdade e poder para o Povo." 

Despejo zero, basta de mortos pela COVID-19, basta de violência policial e basta de violência contra as Mulheres. 

Fora Bolsonaro

Fora Mourão

Fora Guedes

Fora Damares

Fora Zema

    O ato foi convocado por: Resistência Alvinegra, Nova Militância, SINASEFE IFMG, Antifa 82, Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania, Cruzeiro Antifa e Coletivo Alvorada.

    Estiveram presentes militantes de movimentos sociais, estudantis e por moradia.

    Todas/os seguiram rigorosamente medidas de prevenção à COVID-19 como o uso obrigatório de máscaras, álcool em gel e distanciamento físico.

Belo Horizonte, 07 de setembro de 2020

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

sábado, 5 de setembro de 2020

ATO CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO - 07/SET/2020 - 11H - PÇA DA BANDEIRA/BH

ATO CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO 

07/09, 11hr. Pça da Bandeira /BH

Fora Bolsonaro

Fora Mourão

Fora Guedes

Fora Damares

Fora Zema

Convidamos a todos para o ato de repúdio ao descaso do governo perante as mortes pela Covid-19, aos despejos violentos que têm acontecido em plena pandemia, a violência contra mulheres, meninas e todo tipo de violência policial que cresceu absurdamente.

Coletivos e organizações que assinam o ato:

Resistência Alvinegra

Nova Militância

SINASEFE IFMG

Antifa 82

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

Cruzeiro Antifa

Coletivo Alvorada.

Uso de máscara, álcool em gel e distanciamento.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

A LUTA PELA ANISTIA NO BRASIL | ENCONTRO VIRTUAL (05/09 - 17H)

A LUTA PELA ANISTIA NO BRASIL

Sábado, dia 05/09/2020 – de 17:00 às 19h

 

Encontro virtual – Acesse:

https://meet.google.com/nsj-kemq-ogy

 

- 41 anos da lei de anistia parcial e restrita: por uma Anistia Ampla, Geral e Irrestrita!

 

- Mulheres em Luta: o Movimento Feminino pela Anistia;

 

- 30 anos da abertura da Vala de Perus.

 

- Mislele Souza da Silva:

Mestra em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Autora do livro Mulheres em Luta: o Movimento Feminino pela Anistia.

https://editoracrv.com.br/produtos/detalhes/34688-mulheres-em-luta-bro-movimento-feminino-pela-anistia

 

“O livro trata da luta pela anistia empreendida pelo Movimento Feminino Pela Anistia (MFPA) a partir do ano de 1975. Para tal análise, refletimos sobre os meandros da ditadura, a formação do MFPA, sua atuação e as variadas possibilidades de luta, especificamente através da atuação de Therezinha Zerbine e Helena Greco”.

 

- Suzana Lisboa:

Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos. Foi militante da Ação Libertadora Nacional (ALN) e do Comitê Brasileiro pela Anistia – Seção Gaúcha (CBA/RS). Viúva de Luiz Eurico Tejera Lisboa, desaparecido cujo corpo foi localizado por ela, em 1979, no Cemitério Dom Bosco, Perus, São Paulo.

 

O Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos na Vala de Perus:

"Aqui os ditadores tentaram esconder os desaparecidos políticos, as vítimas da fome, da violência do estado policial, dos esquadrões da morte e, sobretudo os direitos dos cidadãos pobres da cidade de São Paulo. Fica registrado que os crimes contra a liberdade serão sempre descobertos".



- Mediação - Heloisa Greco (Bizoca):

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania. Foi uma das fundadoras do Movimento Feminino pela Anistia/MG (1977), do Comitê Brasileiro pela Anistia/MG (1978) e do Movimento Tortura Nunca Mais/MG (1985). Fez parte da Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça/MG (2012-2016).

 

A Luta pela Anistia no Brasil:

No dia 28 de agosto deste ano a lei de anistia parcial (lei 6683/1979) completou 41 anos. Ela só foi possível a partir de forte pressão dos movimentos de luta contra a ditadura militar (1964-1985), os quais exigiam Anistia Ampla, Geral e Irrestrita. A ditadura, no entanto, impôs uma anistia restrita e parcial - muitas das vítimas do regime não foram anistiadas. Concedeu, por outro lado, anistia total e automática para os agentes do Estado que perpetraram crimes contra a humanidade: torturas, assassinatos, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres. Tais crimes, todos sabemos, são universalmente inafiançáveis, imprescritíveis e inanistiáveis.

 

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania – Belo Horizonte/MG

https://www.facebook.com/events/321252219310252

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

DIREITOS HUMANOS, UMA LUTA ANTIFASCISTA ONTEM E HOJE (LIVE: QUARTA-FEIRA, 02/09, 19H)

“Prezades,

É com muita satisfação que apresentamos o Círculo de Estudos #07.

O Círculo de Estudos tem o propósito de analisar o Brasil contemporâneo, o extremismo político, o fascismo atual e suas características sob diversos olhares e perspectivas.

CÍRCULO DE ESTUDOS #07 – DIREITOS HUMANOS, UMA LUTA ANTIFASCISTA ONTEM E HOJE

Convidada: Heloisa Greco (Bizoca)

Membro do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania desde a sua fundação (2003). Na década de 1970 atuou no movimento estudantil e participou da imprensa alternativa - Jornais Gol a Gol se Pegá com o Pé é Dibra (DCE-UFMG), Movimento, Em Tempo, De Fato e Jornal dos Bairros. Foi uma das fundadoras do Movimento Feminino pela Anistia/MG (1977), do Comitê Brasileiro pela Anistia/MG (1978) e do Movimento Tortura Nunca Mais/MG (1985). Fez parte da Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça/MG (2012-2016). É doutora em História pela UFMG, onde defendeu a tese Dimensões fundacionais da luta pela Anistia (2003). É professora aposentada da rede municipal de ensino de Belo Horizonte/MG”.

Evento online organizado pelo Complexus - Instituto de Educação e Pesquisa Social


LIVE - QUARTA-FEIRA, DIA 02/09/2020 – 19H – ACESSE: https://youtu.be/sTj2E5UXPmo

 

CERTIFICADO: https://www.sympla.com.br/circulo-de-estudos-07--direitos-humanos-uma-luta-antifascista-ontem-e-hoje__948989

 

https://www.facebook.com/events/760853658080599


segunda-feira, 24 de agosto de 2020

TODO NOSSO APOIO A COMUNIDADE INDÍGENA DA ALDEIA PATAXÓ NOVOS GUERREIROS - PONTA GRANDE - PORTO SEGURO/BAHIA!

Imagem:  Arissana Pataxó.  Sem título, da série “Grafismo Pataxó”, 2008, técnica mista sobre eucatex, 50 x 60 cm.

Nós, do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania,  vimos a público manifestar nosso mais veemente repúdio a liminar expedida pelo Juiz Federal Pablo Baldivieso que expulsa a Comunidade Indígena Pataxó da aldeia Novos Guerreiros de seu território ancestral. A liminar estipula o prazo desumano de cinco dias e lança contra a comunidade o aparato repressivo para o cumprimento da ação. A situação da pandemia torna a situação ainda mais grave. A comunidade desse território possui anciãos e crianças, o que torna despejo um ato totalmente inaceitável.

 A decisão privilegia os interesses das elites locais que querem a espoliação das terras Pataxó para a especulação imobiliária e a construção de grandes complexos hoteleiros de luxo. Além disso, a decisão do juiz vai contra as determinações do STF, que suspendeu até o fim da pandemia todos os processos relacionados a reintegrações de posse de territórios indígenas. Essa faixa de terra, retomada pelas lideranças Pataxó a partir do ano de 2013, é reconhecida como território ancestral Pataxó. Apesar disso, não foi inserida na demarcação da terra indígena Pataxó de Coroa Vermelha. O processo de demarcação das terras Pataxó sofreu grande pressão das elites locais, que são as responsáveis por essa demarcação totalmente insuficiente. Desde então os Pataxó lutam pelo reconhecimento de seu território, constantemente ameaçado.

O governo genocida de Bolsonaro tem instaurado um quadro de verdadeiro terror nas comunidades indígenas. Muitas delas perderam lideranças - sábias e sábios anciões - na onda tenebrosa da COVID-19. As ações genocidas de Bolsonaro, responsável pela pior situação epidemiológica da América Latina, impactam especialmente os Povos Originários.

Denunciamos essa decisão do Juiz Pablo Baldivieso como desumana e inaceitável

PELO RECONHECIMENTO DAS TERRAS PATAXÓ!

DESPEJO NAO!

Belo Horizonte, 24 de agosto de 2020

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

 

- Leia também - NOTA DE PEDIDO DE APOIO PARA COMUNIDADE INDÍGENA (COMUNIDADE INDÍGENA PATAXÓ DA ALDEIA NOVOS GUERREIROS)  - Acesse: 

https://institutohelenagreco.blogspot.com/2020/08/nota-de-pedido-de-apoio-para-comunidade.html

NOTA DE PEDIDO DE APOIO PARA COMUNIDADE INDÍGENA (COMUNIDADE INDÍGENA PATAXÓ DA ALDEIA NOVOS GUERREIROS)

NOTA DE PEDIDO DE APOIO

PARA COMUNIDADE INDÍGENA

 

A COMUNIDADE INDÍGENA PATAXÓ da aldeia NOVOS GUERREIROS localizada no território indígena de PONTA GRANDE, foi surpreendida por uma decisão liminar que autoriza uma reintegração de posse em uma area da aldeia onde está sendo ocupada por 24 famílias indígenas. Os indigenas foram representados e representadas pelos Procuradores Pedro Dinis O'Dwyer e Fernando Zelada, em audiência realizada pelo Juiz Federal Pablo Baldivieso, em 20/08/2020, sofreu uma derrota que inicialmente tem impacto direto sobre 24 familias, mas que eventualmete poderá condenar toda a comunidade a desumanidade de não ter um território onde morare também a exposição ao covid19. O juiz determinou:

 

''Expeça-se mandado de reintegração de posse, devendo ser os requeridos invasores intimados para deixarem, em 05 (cinco) dias, o local, dali retirando os seus pertences, inclusive com a requisição de auxílio policial, caso se faça necessário, tendo em vista as peculiaridades do caso em pauta.

 

Cumprido o mandado de reintegração, fica aberto o prazo para contestação, no prazo de 15 (quinze) dias nos termos do art. 554, §1º, c/c art. 564, ambos do CPC/2015: por mandado, os ocupantes presentes no local, os quais deverão ser devidamente identificados e qualificados pelo oficial de justiça encarregado do cumprimento da diligência, que deverá ainda, em sendo possível, identificar o(s) líder(es) do Movimento ali presente(s); por edital, os demais ocupantes que não forem encontrados no local no momento do cumprimento da diligência."

 

Caso essa decisão liminar se cumpra, Cairá sobre os ombros da Comunidade o peso do abandono e da morte. Observa-se que o papel da Funai é defender os interesses dos povos indígenas, amparando-os através dos recursos e providências para evitar este horror que recai sobre a comunidade. Além das falhas que constam no processo (foto da área com erros), a comunidade não tem voz através dos seus representantes legais.

 

Apelamos a sociedade e aos Superiores do MP Federal com propósito de pedir que assumam o seu papel de luta na defesa dos interesses dos(as) indígenas. E façam cumprir o determinado pelo Supremo Tribunal Federal:

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender, até o fim da pandemia do coronavírus, todos os processos e recursos judiciais de reintegração de posse e de anulação de demarcação de territórios indígenas em tramitação no Brasil. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) considerou o fato uma vitória da mobilização nacional indígena.

 

"Para nós é uma decisão importante, até porque os povos indígenas estão sendo muito afetados nesse contexto de pandemia. Muitas comunidades estão enfrentando e adotando meios preventivos por conta própria", aponta Eloy Terena, do setor jurídico da Apib."

 

Fonte https://www.brasildefato.com.br/2020/05/06/stf-suspende-processos-dereintegracao-de-posse-em-areas-indigenas-durante-a-pandemia

https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2020/05/stf-suspende-processosde-reintegracao-de-posse-em-terras-indigenas/

 

A medida do Juiz (Sr Pablo Baldivieso) é, ao nosso ver, desumana, injusta e desproporcional. Porém, o desinteresse do MP é flagrantemente assustadora. O silêncio em audiência, a falta de comunicação com as lideranças indígenas provoca caos e medo na Comunidade.

 

Pedimos atenção e respeito. Pedimos providências. Pedimos dignidade.

SOBRETUDO PEDIMOS SOCORRO.

 

 Atenciosamente, Aldeia Indígena Novos Guerreiros 

Acesse: http://teiadospovos.com.br/uncategorized/emergencia-nota-de-pedido-de-apoio-aldeia-novos-guerreiros/

sábado, 22 de agosto de 2020

SAÚDE MENTAL + PREVENÇÃO | SEM PIRAR NA PANDEMIA | LIVE 22.08 19H | PREP 15-19 MINAS | @NODEUMATCH

“Quem aí q tá quase dando a loka nessa #quarentena? É muito babado rolando né nom?! Então vem de live, amades!

 

Nesse sábado às 19h, as poderosas @apsilva76, da equipe de psicosocial do #prep1519minas e @mescladi, educadora par do projeto, estarão tocando um papo sobre saúde mental e prevenção. Vem conferir essa ideia para não pirar na pandemia e se manter previnide das ISTs.

 

Chama as manas e não perca nossa #live aqui no @nodeumatch. BJX”

 

#prep #lgbt #instagay #prevenção #hiv #instalive #lgbtqi # live #bh #educação #gay #UFMGdivulga #SaudeMental

 

“A PrEP 15-19 é uma pesquisa para você – gay, HSH, trans ou travesti, com idade entre 15 e 19 anos – que quer dar um up na prevenção contra o HIV”.

 

- Fonte/Acesse (Prep 15-19 Minas):

https://www.facebook.com/prep1519minas/

 

https://www.instagram.com/nodeumatch/

 

https://www.instagram.com/p/CEKTeghDPp0/

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

GRUPO DE ESTUDOS DO ANARQUISMO: MEMÓRIA VERDADE E JUSTIÇA – 30/08

No dia 30 de agosto ocorrerá mais um encontro virtual do Grupo de Estudos do Anarquismo, com o tema: Memória Verdade e Justiça - Luta contra o terrorismo de estado e do capital na perspectiva Anarquista

 

Nesse módulo teremos a especial participação de companheiros do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

https://meet.jit.si/GrupodeEstudosdoAnarquismo


Texto disparador para o debate: A dimensão trágica da luta pela anistia - Prof. Dra Heloisa Greco

https://anpuh.org.br/uploads/anais-simposios/pdf/2019-01/1548206370_0a4840676ea2fbbf4e23afdac2be0936.pdf


Texto de Apoio: O anarquismo no banco dos réus (1969-1972) - Edgar Rodrigues. (Terceira parte: O assalto, O inquérito policial-militar)

https://terraeliberdade.org/wp-content/uploads/2020/08/GEA_IHG_4ENCONTRO28NOV.2015-1.pdf


FONTE/ACESSE (Organização Anarquista Terra e Liberdade – OATL):

https://terraeliberdade.org/grupo-de-estudos-do-anarquismo-memoria-verdade-e-justica/


 https://www.facebook.com/events/3253606514717817

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

TODO APOIO E SOLIDARIEDADE AO ACAMPAMENTO QUILOMBO CAMPO GRANDE! FORA ZEMA! ABAIXO A REPRESSÃO! NÃO AO DESPEJO!

        O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania vem a público manifestar total apoio e solidariedade ao Acampamento Quilombo Campo Grande do MST, localizado no município Campo do Meio (Sul de Minas Gerais).  Suas moradoras/es resistem bravamente – há três dias – à operação de guerra montada pela Polícia Militar e pelo governador de Minas Gerais Romeu Zema (partido Novo): bombas lançadas contra homens, mulheres, idosas/os e crianças; helicópteros usados como plataformas de tiro sobrevoando baixo o acampamento;  investida da tropa de choque; cerco fechado; interdição da entrada de apoiadores e da imprensa; destruição da Escola Popular Eduardo Galeano (centro de formação e local de reuniões).

        Ao longo de 20 anos o Acampamento Quilombo Campo Grande tem se dedicado à agricultura coletiva - orgânica e ecológica. Ao longo destes 20 anos tem sofrido sistematicamente provocações por parte do agronegócio. Este tem a parceria do aparato jurídico-repressivo cuja tarefa precípua é a defesa incondicional da propriedade capitalista. Foram várias as tentativas de despejo.  Esta é mais uma delas.

        A atual reintegração de posse é mais uma investida da política de extermínio consolidada em Minas e no país. O governador Romeu Zema é fiel seguidor do genocida Jair Bolsonaro. Há ainda um agravante: esta necropolítica avança em plena escalada da COVID 19. O genocídio em vigor é potencializado ao extremo pelo genocídio sanitário – ambos são institucionais. Neste cenário, o despejo constitui a mais grave violação dos Direitos Humanos, verdadeiro crime contra a humanidade.

Belo Horizonte, 14 de agosto de 2020

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania-BH/MG 

#DespejoNão

#ResisteQuilombo

#SalveQuilombo

#ZemaMentiu

#ZemaCovarde